Hoje a tarde teremos apresentações do GBCB aqui em Toronto. A exposição abre hoje a tarde.
4 de out. de 2011
3 de out. de 2011
SETRI Colombia em Toronto
GBCBrasil Toronto
Toronto USGBC
Toronto Congresso USGBC
1 de out. de 2011
MEIO AMBIENTE ???
"Na fila do supermercado o caixa diz a uma senhora idosa que deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não eram amigáveis ao meio ambiente. A senhora pediu desculpas e disse: “Não havia essa onda verde no meu tempo.”
O empregado respondeu: "Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com nosso meio ambiente. "
"Você está certo", responde a velha senhora, nossa geração não se preocupou adequadamente com o meio ambiente.
Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.
Realmente não nos preocupamos com o meio ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisamos ir a dois quarteirões.
Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o meio ambiente. Até então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.
Mas é verdade: não havia preocupação com o meio ambiente, naqueles dias. Naquela época só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como?
Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usamos jornal amassado para protegê-lo, não plastico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar.
Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a eletricidade.
Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o meio ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos. Canetas: recarregávamos com tinta umas tantas vezes ao invés de comprar uma outra. Abandonamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lámina ficou sem corte.
Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou de ônibus e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima.
Então, não é risível que a atual geração fale tanto em meio ambiente, mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época?
(Agora que voce já leu o desabafo, envie para os seus amigos, e especial para os que têm mais de 50 anos de idade.)
O empregado respondeu: "Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com nosso meio ambiente. "
"Você está certo", responde a velha senhora, nossa geração não se preocupou adequadamente com o meio ambiente.
Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.
Realmente não nos preocupamos com o meio ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisamos ir a dois quarteirões.
Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o meio ambiente. Até então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.
Mas é verdade: não havia preocupação com o meio ambiente, naqueles dias. Naquela época só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como?
Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usamos jornal amassado para protegê-lo, não plastico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar.
Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a eletricidade.
Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o meio ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos. Canetas: recarregávamos com tinta umas tantas vezes ao invés de comprar uma outra. Abandonamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lámina ficou sem corte.
Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou de ônibus e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima.
Então, não é risível que a atual geração fale tanto em meio ambiente, mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época?
(Agora que voce já leu o desabafo, envie para os seus amigos, e especial para os que têm mais de 50 anos de idade.)
29 de set. de 2011
Legionella (Legionnaires' risk from wiper water)

“Windscreen wiper water may be the cause of 20% of cases of Legionnaires' disease in England and Wales,” the BBC warned. It reported that the Health Protection Agency (HPA) has said that simply adding screenwash to wiper fluid kills the bacteria and could save lives.
The news story is based on the results from a preliminary study by the HPA. Researchers carried out a case-control study, surveying the driving habits and known risk factors of the 75 surviving Legionnaires’ patients whose infection was community acquired between July 2008 and March 2009 in England and Wales. They also surveyed a matched control group to see which exposures were more common in those with disease. They calculated that about 22% of infections in people under 70 could be attributed to being in a car without screenwash.
The HPA says more research is needed to see whether using screenwash could help prevent the disease and that they are looking into this. This may be preliminary research, but in the meantime it may be advisable for drivers to use screenwash to avoid this unproven, yet plausible risk.
What is the news based on?
The news story is based on the results from a preliminary study by the HPA. The study was carried out by researchers from the HPA in partnership with researchers from the European Centre for Disease Prevention and Control in Sweden, and Bristol University. It was published in the European Journal of Epidemiology.
What did the research involve?
This case-control study was carried out by the HPA to investigate the possible risk factors for Legionnaires’ disease in the UK. The study was commissioned after an unusually high number of cases were reported in England and Wales in 2006 (334 community acquired infections). Around this time, an analysis concluded that professional drivers were five times more likely to get Legionnaires’ than people from other occupations. The HPA aimed to corroborate these findings and to further explore the possible reasons for the difference between the occupations.
The researchers contacted the 75 surviving cases who had acquired Legionnaires’ disease in England and Wales between July 12 2008 and March 9 2009 through a community infection. They also included 67 control people without the disease, who were matched with the 75 cases based on their area of residence, sex and age.
The participants were sent a questionnaire asking about their driving habits, other known risk factors and potential infection sources in the vehicles. They were asked what type of car they drove, its age, service history, content of the wiper fluid reservoir and whether their driving was for social or work reasons.
The questionnaires results were analysed, taking into account gender, age, smoking and the season. This showed that two factors were linked with an increased likelihood of being infected: driving through industrial areas and driving or being a passenger in a vehicle that used windscreen wiper fluid without screenwash.
Can you get Legionnaires’ disease from your car?
The HPA’s study is well reported and has found a strong association between people who do not use screenwash and the risk of Legionnaires’ disease.
This is a case control study and so cannot prove causation, but the researchers say there is a plausible biological association. They say that it is conceivable that the bacteria grow in the stagnant water of the wiper’s fluid reservoir, which then becomes an aerosol when it is sprayed onto the windscreen.
This study is small and there may be some limitations in the way the data were analysed as it was not possible to match the pre-planned three controls with every Legionnaires’ case.
28 de set. de 2011
16 de set. de 2011
One Degree Less - Londres
Nossa homenagem ao Projeto ONE DEGREE LESS do GBCBrasil. Isso ocorreu no lançamento do Projeto em Londres no dia 28/02/2008. Foi muito legal estar presente neste acontecimento.Lembro porque o GBCB realizou um excelente Congresso aqui no Brasil e agora estamos nos preparando para representar o Brasil em Toronto no próximo congresso do USGBC no início de Outubro.
Legionella Casos na Pennsylvania
10 Cases of Legionnaires’ Disease Reported in Pennsylvania
This week, it was reported that ten cases of Legionnaires’ disease have occurred at two care facilities in Western Pennsylvania. To date, no fatalities have been reported, but three people have been hospitalized with pneumonia-like symptoms. So far eight cases have occurred at one facility and two at another according to the Allegheny County Health Department.
Legionnaires’ disease is caused by a type of bacteria known as Legionella. Symptoms usually begin 2 to 14 days after exposure to the bacteria. Legionnaires’ disease can have symptoms similar to other forms of pneumonia, making it hard to diagnose. Signs of the disease may include a high fever, chills and coughing. In addition, some people may also suffer from muscle aches and headaches. Chest x-rays are often needed to find the pneumonia caused by the bacteria, and other tests can be done on phlegm, blood and urine to identify the bacteria in the body.
This week, it was reported that ten cases of Legionnaires’ disease have occurred at two care facilities in Western Pennsylvania. To date, no fatalities have been reported, but three people have been hospitalized with pneumonia-like symptoms. So far eight cases have occurred at one facility and two at another according to the Allegheny County Health Department.
Legionnaires’ disease is caused by a type of bacteria known as Legionella. Symptoms usually begin 2 to 14 days after exposure to the bacteria. Legionnaires’ disease can have symptoms similar to other forms of pneumonia, making it hard to diagnose. Signs of the disease may include a high fever, chills and coughing. In addition, some people may also suffer from muscle aches and headaches. Chest x-rays are often needed to find the pneumonia caused by the bacteria, and other tests can be done on phlegm, blood and urine to identify the bacteria in the body.
GBC Brasil novo site
O novo site do GBCB ficou muito legal, vale a pena ver. Parabéns ao pessoal de marketing valeu.
http://www.gbcbrasil.org.br/?p=home
http://www.gbcbrasil.org.br/?p=home
15 de set. de 2011
Legionella: Itália
Foram confirmados 11 casos de legionelose em viajantes que retornaram da cidade do norte de Lazise, Província de Verona (Região Veneto) na Itália desde julho de 2011. Embora a origem exata da infecção ainda não foi identificada, 3 das 4 acomodações estão agrupadas geograficamente, ao sul do centro da cidade.
fonte: Coordenação de Informação estratégica em Vigilância em Saúde
CIEVS RIO - 15/09/2011
fonte: Coordenação de Informação estratégica em Vigilância em Saúde
CIEVS RIO - 15/09/2011
14 de set. de 2011
BASF é listada novamente no Índice Dow Jones de Sustentabilidade
Reconhecimento pelo Gerenciamento de Produtos, Gestão Ambiental e Estratégia de Proteção Climática.BASF listada no índice de sustentabilidade pelo décimo primeiro ano consecutivo.
A BASF foi incluída pelo décimo primeiro ano consecutivo no Dow Jones Sustainability World Index (DJSI World) – Índice Dow Jones de Sustentabilidade Mundial. A empresa recebeu reconhecimento especial dos analistas por seu compromisso com a sustentabilidade com foco em Organismos Geneticamente Modificados, Segurança de Produtos (Produtc Stewardship), Sistema de Gestão Ambiental, Estratégia de Proteção Climática e Gestão de Riscos e Crises. O DJSI Mundial é o mais importante índice de sustentabilidade e representa os 10% das 2500 maiores indústrias listadas no Índice Dow Jones Global.
"Nosso objetivo geral como a empresa química líder mundial é alinhar o sucesso econômico com responsabilidade ambiental e social. Isto irá assegurar nosso sucesso no longo prazo. É por isso que a sustentabilidade é parte da estratégia da BASF. A listagem no DJSI confirma que estamos no caminho certo na implementação desta estratégia", disse Dr. Ulrich von Deessen, Diretor de Proteção Climática e responsável pelo Centro de Competência em Segurança, Saúde e Meio Ambienta da BASF.
As ações da BASF são incluídas no DJSI World pelo décimo primeiro ano consecutivo. Em 2008, a empresa recebeu o Índice de Sustentabilidade Dow Jones com o melhor desempenho da indústria química. As companhias listadas precisam demonstrar uma melhoria contínua a cada ano no que diz respeito à sustentabilidade e são avaliados por analistas do Grupo Global de Gestão Sustainable Asset Management (SAM). Este ano, o SAM analisou quase 90 critérios. Questões referentes ao seguinte grupo de temas:
.Governança Corporativa |.Gestão de Risco e Crises |.Compliance (conformidade) |.Gestão de Relacionamento com o Cliente |.Gestão da Inovação |.Segurança do Produto |.Proteção Climática |.Segurança e Saúde Ocupacional |.Desenvolvimento do Capital Humano|.Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos . |www.basf.com/sustainability;
BASF Brasil 100 anos. Transformando a química da vida. 2011: Ano Internacional da Química – Química para um mundo melhor
O ano de 2011 é coincidentemente marcado por dois importantes acontecimentos no mundo da ciência: os 100 anos da BASF no Brasil e na América do Sul e o Ano Internacional da Química, decretado pela UNESCO, órgão de educação das Organizações das Nações Unidas, com a participação da IUPAC (União Internacional de Química Pura e Aplicada) e homenagem ao centenário do Prêmio Nobel de Química concedido à franco-polonesa Marie Curie, que visa ampliar a consciência da população sobre a importância da Química para o a melhoria da qualidade de vida e a saúde das pessoas, assim como sobre a importância da Química em todo o ambiente humano. Neste mesmo contexto, o centenário da BASF na região é celebrado com a sensibilização sobre contribuição da química para o desenvolvimento da sociedade, tendo as megatendências globais como motivadores para suas inovações. Química é transformar o que já existe, é criar o novo, é melhorar a qualidade de vida das pessoas.
A BASF foi incluída pelo décimo primeiro ano consecutivo no Dow Jones Sustainability World Index (DJSI World) – Índice Dow Jones de Sustentabilidade Mundial. A empresa recebeu reconhecimento especial dos analistas por seu compromisso com a sustentabilidade com foco em Organismos Geneticamente Modificados, Segurança de Produtos (Produtc Stewardship), Sistema de Gestão Ambiental, Estratégia de Proteção Climática e Gestão de Riscos e Crises. O DJSI Mundial é o mais importante índice de sustentabilidade e representa os 10% das 2500 maiores indústrias listadas no Índice Dow Jones Global.
"Nosso objetivo geral como a empresa química líder mundial é alinhar o sucesso econômico com responsabilidade ambiental e social. Isto irá assegurar nosso sucesso no longo prazo. É por isso que a sustentabilidade é parte da estratégia da BASF. A listagem no DJSI confirma que estamos no caminho certo na implementação desta estratégia", disse Dr. Ulrich von Deessen, Diretor de Proteção Climática e responsável pelo Centro de Competência em Segurança, Saúde e Meio Ambienta da BASF.
As ações da BASF são incluídas no DJSI World pelo décimo primeiro ano consecutivo. Em 2008, a empresa recebeu o Índice de Sustentabilidade Dow Jones com o melhor desempenho da indústria química. As companhias listadas precisam demonstrar uma melhoria contínua a cada ano no que diz respeito à sustentabilidade e são avaliados por analistas do Grupo Global de Gestão Sustainable Asset Management (SAM). Este ano, o SAM analisou quase 90 critérios. Questões referentes ao seguinte grupo de temas:
.Governança Corporativa |.Gestão de Risco e Crises |.Compliance (conformidade) |.Gestão de Relacionamento com o Cliente |.Gestão da Inovação |.Segurança do Produto |.Proteção Climática |.Segurança e Saúde Ocupacional |.Desenvolvimento do Capital Humano|.Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos . |www.basf.com/sustainability;
BASF Brasil 100 anos. Transformando a química da vida. 2011: Ano Internacional da Química – Química para um mundo melhor
O ano de 2011 é coincidentemente marcado por dois importantes acontecimentos no mundo da ciência: os 100 anos da BASF no Brasil e na América do Sul e o Ano Internacional da Química, decretado pela UNESCO, órgão de educação das Organizações das Nações Unidas, com a participação da IUPAC (União Internacional de Química Pura e Aplicada) e homenagem ao centenário do Prêmio Nobel de Química concedido à franco-polonesa Marie Curie, que visa ampliar a consciência da população sobre a importância da Química para o a melhoria da qualidade de vida e a saúde das pessoas, assim como sobre a importância da Química em todo o ambiente humano. Neste mesmo contexto, o centenário da BASF na região é celebrado com a sensibilização sobre contribuição da química para o desenvolvimento da sociedade, tendo as megatendências globais como motivadores para suas inovações. Química é transformar o que já existe, é criar o novo, é melhorar a qualidade de vida das pessoas.
10 de set. de 2011
9 de set. de 2011
Legionella Legislação Brasil
5 de set. de 2011
Increase in Legionellosis Cases in Toronto
Since August 22, Toronto Public Health has received reports of 12 confirmed cases of legionellosis. This is a higher number than would be expected for this time of year. Symptom onset dates started from August 14th. The mean age of this cluster of cases is 60 years (range: 44-78 years). All investigated cases have reported underlying medical conditions and have required hospitalization. The cases have occurred across the city and are likely weather-related.
Any suspect or confirmed cases of legionellosis should be immediately reported to Toronto Public Health by calling our surveillance unit at 416-392-7411 during work hours (8:30am to 4:30pm, Monday to Friday) or at 3-1-1 after hours.
Any suspect or confirmed cases of legionellosis should be immediately reported to Toronto Public Health by calling our surveillance unit at 416-392-7411 during work hours (8:30am to 4:30pm, Monday to Friday) or at 3-1-1 after hours.
1 de set. de 2011
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