Nossa entrevista sobre o tema LEGIONELLA no programa Ação no Ar (12/02/2015)
http://youtu.be/xdH84DhsQKw?t=35m13s
13 de fev. de 2015
12 de fev. de 2015
8 de fev. de 2015
Legionella detectada no hospital de Bragança
A Unidade Local de Saúde (ULS) do Nordeste divulgou hoje que foi detectada a presença de Legionella na água do hospital de Bragança e que foram "tomadas as medidas necessárias", sem registo de casos de doença.
A situação tem sido acompanhada pela Autoridade de Saúde Pública
Em comunicado, o gabinete de imprensa da entidade responsável pelas unidades de saúde do distrito de Bragança esclarece que "na sequência da monitorização periódica efectuada regularmente à qualidade química e biológica da água, foi identificada na última avaliação, a 5 de Fevereiro, na Unidade Hospitalar de Bragança, a presença de Legionella Pneumófila Serotipo 1".
Face ao resultado da análise efectuada, acrescenta, "foram tomadas de imediato todas as medidas necessárias -- e em conformidade com as orientações emanadas pela Direcção Geral da Saúde -- no sentido da erradicação daquele agente".
As medidas, segundo ainda o esclarecimento visaram "a garantia da qualidade química e biológica da água e da segurança de todos os doentes internados naquela Unidade Hospitalar".
A ULS Nordeste realça que "a par da rápida identificação e pronta actuação, a situação tem sido acompanhada pela Autoridade de Saúde Pública, em conjunto com técnicos especializados nesta matéria".
"Não foram registados casos de doença", sublinha ainda, no comunicado, acrescentando que "a situação encontra-se, de momento, regularizada, e salvaguardadas as garantias referidas".
Em 2011, três doentes foram infectados e dois acabaram por morrer vítimas da bactéria detectada numa ala do quarto piso do edifício hospitalar.
Naquela ocasião também foi detectada a presença de Legionella Pneumophila na água do hospital de Bragança, que procedeu à desinfecção através da injecção de água a alto impacto nas canalizações e com cloro e lixívia.
Lusa/SOL
7 de fev. de 2015
3 de fev. de 2015
Como os chineses estão transformando fezes em "ouro negro"
Honh Kong - Heinz-Peter Mang está obcecado por transformar dejetos humanos em ouro. À medida que milhões de chineses vão morar em cidades, o engenheiro alemão tem certeza de que o país está prestes a tirar a sorte grande.
Uma quantidade cada vez maior dos resíduos sanitários está sendo transformada em fertilizante e biogás. Em Pequim, 6.800 toneladas de excremento humano são tratadas todos os dias de acordo com algumas estimativas: o suficiente para encher quase três piscinas olímpicas.
Durante a última década, a ascensão econômica da China levou milhões de trabalhadores rurais às cidades, a maior migração da humanidade.
Em 2013, a quantidade de moradores urbanos ultrapassou 731 milhões, superando a população rural em mais de 100 milhões de pessoas. Alguns efeitos colaterais: escassez de água na região norte e resíduos sanitários vertidos em rios no sul.
A situação está obrigando os urbanistas a buscar soluções criativas para lidar com os dejetos e levando engenheiros como Mang a aperfeiçoar os modelos.
A iniciativa de transformar fezes em recursos energéticos ou fertilizantes está se espalhando pela China e Mang espera que o modelo seja copiado em outras partes do mundo.
“O mundo tem muito o que aprender com o modo em que a China aproveita os dejetos para obter energia”, disse Mang, 57, que agora trabalha com estudantes universitários em projetos de saneamento ecológico da Universidade de Ciência e Tecnologia de Pequim.
“Sem tabus em relação ao reaproveitamento da matéria fecal, trata-se da ciência para reutilizá-la de modo seguro. Como cada vez mais pessoas estão indo morar nas cidades, essa é uma oportunidade sem precedentes”.
Em todo o mundo, diversas técnicas são empregadas para lidar com os dejetos humanos: algumas cidades optam por vertê-los em rios, outras preferem incinerá-los e outras decidem enterrá-los em fossas.
Embora os excrementos humanos sejam reaproveitados há séculos, a China tem uma oportunidade única para transformá-los em energia e fertilizantes, pois as cidades do país estão ficando superlotadas.
Do campo à cidade
Nos últimos 30 anos, o país mais populoso do mundo amplificou um modelo utilizado nas fazendas. Originalmente pensado para evitar que os humanos fizessem suas necessidades no comedouro dos porcos, hoje 40 milhões de casas rurais em toda a China têm um tanque para dejetos humanos e animais, que é parcialmente saneado privando os sólidos de oxigênio.
O restante é transformado em fertilizante líquido para as explorações agrícolas.
O que está acontecendo em Pequim é uma versão industrializada e maior desse modelo, disse Mang, que mora na capital há uma década.
Na cidade, cuja população dobrou para 21 milhões de pessoas na década passada, a quantidade média de dejetos humanos processados por ano será de 200 a 300 toneladas por dia, disse Zhang Jiang, gerente-geral da Beijing Century Green Environmental Engineering Technology Ltd., que opera estações de tratamento de fezes. O tratamento de dejetos deve se tornar uma área de negócios crescente, disse Zhang.
Uma parte central do trabalho de Mang tem sido analisar como manter a higiene no processo de reaproveitamento dos dejetos, uma das principais preocupações do governo chinês desde o início.
Embora a China esteja muito à frente de outros países desenvolvidos em relação aos sistemas de coleta de águas residuais urbanas, sua taxa de tratamento não é tão avançada.
Luzes sanitárias
Novos migrantes para as cidades são um desafio para a implementação generalizada das políticas chinesas, pois muitos continuam achando que o sanitário é uma lata de lixo e jogam qualquer coisa, como pilhas e jornais, dentro do vaso sanitário.
Além disso, como os chineses costumam utilizar ingredientes frescos para cozinhar, o dejeto tende a ser mais molhado do que na Europa, disse Mang. “É muito úmido, por isso precisa de muita energia para ser incinerado, o que nos impede de copiar o modelo europeu”, diz ele rindo.
Além disso, há o desafio das oportunidades perdidas. Por isso, Mang está lutando para que haja uma melhor manutenção das lâmpadas nos banheiros públicos.
“As pessoas precisam ir ao banheiro a qualquer hora da noite — se não há luz, como elas vão saber por onde estão indo?”, disse ele, referindo-se aos excrementos que às vezes se acumulam nos banheiros públicos de manhã. “É muito dejeto desperdiçado”.
NOSSO COMENTÁRIO: NO FUTURO A FONTE DE FERTILIZANTES VIA FICAR MUITO COMPLICADA, POR ISSO A URINA TAMBÉM VAI VALER OURO AMARELO. SERÁ DELA QUE VAMOS OBTER A UREIA E SEM DÚVIDA FERTILIZANTE. JÁ EXISTEM PAISES TRABALHANDO COM ESTE PROCESSO. AGUARDEM
LEGIONELLA - Realidade e Ficção
No nosso livro a realidade sobre a Bactéria Legionella
Uma ficção do M.A.Costa sobre a Legionella no futuro.
Windscreen water infection risk (já era notícia desde 14/06/2010) LEGIONELLA
By Emma WilkinsonHealth reporter, BBC News
Windscreen wiper water may be the cause of 20% of cases of Legionnaires' Disease in England and Wales, the Health Protection Agency says.
Stagnant, warm water is a breeding ground for the Legionella bacterium, which when inhaled causes pneumonia.
Yet adding screenwash kills the bacteria and could save lives, the Agency advised.
The finding came after researchers spotted that professional drivers are five times more likely to be infected.
Legionnaires' disease is fairly rare. Most cases are sporadic and a source of the infection is not found.
The number of cases vary from year to year, but in 2009 there were 345 in England and Wales - although some infections were caught overseas.
It mainly affects the over 50s and is generally more common in men.
Early symptoms feel similar to flu with muscle aches, tiredness, headaches, dry cough and fever. It is fatal in around 10-15% of patients.
Driving
To work out why people who spend a long time driving were at higher risk of infection, the research team in the south-west branch of the HPA carried out a questionnaire of people infected.
They found that those most at risk were those who drove or travelled in a van, those who drove through industrial areas, and those who spent a lot of time in the car or who often had the car window open.
Continue reading the main story
“Start Quote
Professor Hugh PenningtonThis is a bug which lives in the environment and will take advantage of warm water systems that are not cleaned out”
In all they found that the biggest risk was associated with not adding screenwash to windscreen wiper water, the European Journal of Epidemiology reports.
In a pilot study carried out by the HPA, traces of Legionella were found in one in five cars that did not have screenwash, but in no cars that did.
Dr Isabel Oliver, regional director of the HPA South West, said more research was needed but people may want to check they have screenwash in their cars as they usually contain agents which would stop the growth of bacteria.
"It does not spread from person to person but is present in water environments and is breathed in when it gets into the air in fine particles or mist."
Professor Hugh Pennington, an expert in bacteriology, said the advice to add screenwash was very sound - especially as it would also lead to a cleaner windscreen.
"This is a bug which lives in the environment and will take advantage of warm water systems that are not cleaned out.
"Legionnaires' is rare but it kills people and it's an extremely unpleasant disease.
"If you can prevent it with something this simple then it's a no brainer really."
2 de fev. de 2015
Man dies in Gibraltar after contracting Legionnaire’s disease from car screen wash (LEGIONELLA NO SISTEMA DE LIMPADOR DE PARA-BRISA)
A MAN who died from illnesses including Legionnaire’s disease contracted the bug from bacteria-ridden windscreen wash in his family car.
A postmortem determined Legionnaire’s disease contributed to the man’s deteriorating health and was a key factor in his death.
Subsequent investigations revealed that the windscreen wash in his car was not chemically safe and was riddled with bacteria which can lead to Legionnaire’s disease when inhaled.
The Environmental Agency, as well as the laboratory which analysed the man’s car, are urging people against using ‘DIY and non-commercial screen washes’.
“The public is strongly encouraged to use proper screenwash in their cars,” Dr Vijay Kumar, Director of Public Health, told the Olive Press.
egionnaire’s disease is a rare form of pneumonia caused by Legionella bacterium.
It usually affects older people, with a higher risk in smokers and those with poor immune systems.
Commercially available screen wash contains chemicals that kill the deadly bacteria.
30 de jan. de 2015
Este problema foi na COPA - Legionella e Qualidade do Ar de Interiores
A COVISA (Coordenação de Vigilância Sanitária) do município de São Paulo esteve nos últimos meses realizando visitas em 25 hoteis de três a cinco estrelas, dos quais hoteis recomendados pela FIFA para turistas que vieram assistir ao Mundial na cidade. Segundo as informações apuradas pela Folha de S. Paulo (veja a matéria aqui), todos os hotéis foram reprovados em algum quesito pela COVISA. Segundo o médico da Vigilância Sanitária, Szymon Gartenkraut os problemas encontrados em todos os hoteis foram em relação a limpeza e higiene dos sistemas de climatização e também a minimização e prevenção de problemas associados à bactéria Legionella.
Segundo a matéria citada, em dois hoteis foi identificada presença positiva de Legionella. Todos os resultados das visitas da COVISA foram enviadas ao Ministério Público do Trabalho para devidas providências.
Reforçamos o alerta que demos já em post anterior (Surto de legionella fecha hotel na Espanha pela segunda vez em 6 meses) que embora muito se tem negligenciado com relação a Legionella no país (responsável por pelo menos 6 mil mortes por ano no Brasil), algumas ações de fiscalização de vigilânicia sanitária já estão verificando as ações de edificações e indústrias quanto ao assunto.
CERSA - PLANO DE SEGURANÇA DA ÁGUA
Universidades do Minho e São Paulo unidas pela "segurança máxima" da água
As universidades do Minho, em Braga, e de São Paulo, no Brasil, estão a partir de hoje juntas num projeto que visa garantir "segurança máxima" à água que chega às torneiras dos consumidores.
"O objetivo é identificar onde estão os perigos, priorizar esses mesmos perigos e definir medidas de correção para os mais importantes, de forma a garantir segurança máxima para a água que chega às torneiras, durante 365 dias por ano", explicou José Vieira, coordenador do projeto em Portugal.
Hoje, na Universidade do Minho (UMinho), foi apresentado oficialmente o Centro de Referência em Segurança da Água Portugal/Brasil (CERSA), que resulta de uma parceria entre as universidades do Minho e de São Paulo.
A SETRI trabalha desde 2009 com o PLANO DE SEGURANÇA DA ÁGUA para Edificações e Indústrias. Nosso processo está baseado no HACCP e segue todas as normas internacionais.
A SETRI com seu Plano de Segurança da Água, trabalha para minimizar os riscos nas três situações onde o ser Humano tem acesso a água
29 de jan. de 2015
SMART WATER LEADERSHIP SUMMIT - LAS VEGAS - SETRI
A SETRI vai apresentar trabalho sobre o tema PLANO DE SEGURANÇA DA ÁGUA em Edificações e Indústria.
http://www.smartwaterleadership.com/2015/index.html
SMART WATER LEADERSHIP SUMMIT - LAS VEGAS - ABRIL 2015
A SETRI vai participar com mais um trabalho, sendo o terceiro ano consecutivo de apresentação.
Nosso trabalho é divulgar o PLANO DE SEGURANÇA DA ÁGUA ( WATER SAFETY PLAN) em vários encontros técnicos.
Join Our Community
- Become part of the only leadership community focused exclusively on Smart Water Management for facilities
- Collaborate and network across diverse professions and industries
- Exchange knowledge
- Solve the most pressing needs of protecting human health while conserving water and energy
The Challenge
In the developed world, corporations purchase water for use in their buildings that is almost always high quality and safe. But then they process the water for quite expansive uses, from drinking water, showers, decorative fountains, recreational systems, spa and therapy environments, high purity applications, misting systems, irrigation systems, process applications, utility water systems and more. It is the processing of the water that often degrades its quality. All too often, it is degraded to such an extent that it becomes unsafe. To put this in perspective, every year another 4,000 people in the U.S. will die from Legionnaires’ disease caused by Legionella in building water systems. According to the CDC, fewer people (about 3,000) die in the US each year from food poisoning.
At the same time, leading organizations are realizing that the conservation of water and protection of worker and consumer health and safety makes good business sense. As part of a broad based sustainability program, these initiatives are popular with investor communities, consumers, the public, and are good for the world. Today, the list of leading corporations conducting wide sweeping sustainability initiatives is expansive.
The Delicate Balance
To achieve optimal results in water management, one must carefully account for the delicate balance between the demands for water safety and sustainability. Often times these demands are in conflict and the solutions may not be obvious. Collaboration among leaders across diverse disciplines plays a key role in achieving desired outcomes. This is the purpose of this community.
How To Become a Member
Membership is free for leaders in facility management, EH&S, engineering, sustainability, regulatory affairs, microbiology, infection prevention, disease prevention, research, government policy and regulation, academia, and related disciplines. Industry sectors include healthcare, hospitality, higher education, retail, commercial real estate, government and manufacturing.
To request a free membership, simply click here.
Centro de Referência em Segurança da Água abre na UMinho (29/01) no Brasil em Março
A SETRI apoia e participa deste importante Centro de Referência sobre Plano de Segurança da Água. Desenvolvemos no Brasil o PSA para Edificações e Indústrias dessde 2009.
No Brasil o CERSA será lançado em Março no Congresso Internacional sobre Segurança da Água em Brasília.
http://177.153.6.85/cisa/theme/cisa.html
O Centro de Referência em Segurança da Água Portugal/Brasil (CERSA), "pioneiro a nível internacional", é hoje (29/01) apresentado na Universidade do Minho (UMinho), em Braga.
O projeto, que resulta de uma parceria entre as universidades do Minho e de São Paulo, no Brasil, "quer constituir-se numa referência internacional em segurança da água e saúde pública, ao nível da investigação, formação, auditoria e consultoria, envolvendo os mais diversos agentes e instituições", refere a UMinho em comunicado.
O CERSA vai funcionar no Centro do Território, Ambiente e Construção da UMinho, na Escola de Engenharia, associando um conjunto de laboratórios, professores e investigadores.
O outro polo do CERSA fica na Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo e será apresentado em março, em Brasília, aquando do Congresso Internacional de Segurança da Água, organizado pelo Ministério da Saúde do Brasil.
Este centro de investigação surge após a ONU ter reconhecido, em 2010, a água e o saneamento como um direito humano, que deve ser garantido de forma universal para a proteção da saúde pública e da qualidade de vida nas sociedades modernas.
"O mundo vive uma crescente exigência ao nível do abastecimento de água para consumo humano e no saneamento, o que obriga a implementar novas metodologias de avaliação e gestão de riscos", refere a UMinho.
Hoje, na apresentação do CERSA, marcarão presença, entre outros, o diretor do departamento de qualidade da água da Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos, o chefe de divisão de saúde ambiental e ocupacional da Direção-Geral de Saúde, o secretário-geral do Conselho Nacional da Água e o presidente da Águas de Portugal.
A empresa municipal Esposende Ambiente também estará presente para partilhar a sua experiência e conhecimento no plano da segurança da água.
Água mineral envasada terá o selo do Inmetro
Janeiro de 2014 – O Inmetro convida a população a participar da regulamentação voluntária de água mineral envasada, enviando sugestões, críticas e relatos de acidentes de consumo com produtos comercializados no Brasil. O consumidor pode participar, por meio da consulta pública, até o dia 10 de fevereiro, no site do Inmetro. O objetivo é estabelecer as regras para a certificação, com foco na segurança alimentar, a fim de evitar contaminações na água. Para obter o Selo de Identificação da Conformidade, a água mineral envasada terá de ser avaliada desde o rótulo da embalagem até a sua composição química. A decisão da certificação foi tomada para atender demandas dos envasadores, por conta da Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos 2016.
“Levamos em consideração também a demanda por águas minerais naturais envasadas por parte dos espectadores dos eventos esportivos dos próximos anos. A segurança alimentar da água é uma grande preocupação dos espectadores estrangeiros que virão ao Brasil durante os eventos. Como a certificação é voluntária, nem todas as marcas terão o selo, mas o consumidor terá um critério a mais para decidir com segurança a sua compra em estabelecimentos formais”, avalia Gustavo Kuster, chefe da Divisão de Regulamentação Técnica e Programas de Avaliação da Conformidade (Dipac) do Inmetro.
Durante o período de consulta pública, a sociedade poderá colaborar pelo e-mail dipac.consultapublica@inmetro.gov.br ou via carta para o endereço: Rua da Estrela, 67, 2º andar – Rio Comprido – CEP 20251-900 – Rio de Janeiro, RJ, A/C da Divisão de Regulamentação Técnica e Programas de Avaliação da Conformidade (Dipac).
Outra certificação importante é da NSF que é usada em todo o mundo.
http://www.nsf.com/services/by-industry/food-safety-quality/beverage-bottled-water/beverages-and-packaged-ice-certification
“Levamos em consideração também a demanda por águas minerais naturais envasadas por parte dos espectadores dos eventos esportivos dos próximos anos. A segurança alimentar da água é uma grande preocupação dos espectadores estrangeiros que virão ao Brasil durante os eventos. Como a certificação é voluntária, nem todas as marcas terão o selo, mas o consumidor terá um critério a mais para decidir com segurança a sua compra em estabelecimentos formais”, avalia Gustavo Kuster, chefe da Divisão de Regulamentação Técnica e Programas de Avaliação da Conformidade (Dipac) do Inmetro.
Durante o período de consulta pública, a sociedade poderá colaborar pelo e-mail dipac.consultapublica@inmetro.gov.br ou via carta para o endereço: Rua da Estrela, 67, 2º andar – Rio Comprido – CEP 20251-900 – Rio de Janeiro, RJ, A/C da Divisão de Regulamentação Técnica e Programas de Avaliação da Conformidade (Dipac).
Outra certificação importante é da NSF que é usada em todo o mundo.
http://www.nsf.com/services/by-industry/food-safety-quality/beverage-bottled-water/beverages-and-packaged-ice-certification
28 de jan. de 2015
Always use proper screen wash in your car - LEGIONELLA
Recently, the death occurred of a local person following illnesses that included Legionnaire’s disease. While Legionnaire’s disease was not the main cause of death, it is possible that it may have contributed.
The Environmental Agency, as is routine practice following reports of Legionnaire’s disease, carried out a detailed investigation of the person’s living environment for possible sources of the bacteria. The Laboratory of the Public Analyst found that the windscreen wash reservoir of the family car contained the bacteria.
Windscreen washers have been identified by research studies as a potential source of the Legionnaire’s disease bacteria, usually when tap water is being used to top up the reservoir. Commercially available screen wash additives
contain chemicals that kill the bacteria and neutralise any risk.
Legionnaires' disease is an uncommon form of pneumonia caused by the Legionella bacterium. It usually affects older people, with a higher risk in smokers and those with reduced immunity. This disease does not spread from person to person and therefore poses no risk to family or friends. It is important to emphasise that, although the bacterium is common, the disease is rare and for most people there is no health risk.
The Legionella bacteria prefer warm standing water environments, and can therefore sometimes be found in certain domestic and industrial water systems that are not properly designed, installed or maintained. Wet cooling towers, spa pools and rarely used showers can allow the bacteria to grow.
People become infected when they inhale the bacteria as an aerosol from a contaminated source. Infections from car windscreen washers are rare but easily prevented.
Please use only commercially available screen wash in your car and do not be tempted to economise by using plain water.
Windscreen washers have been identified by research studies as a potential source of the Legionnaire’s disease bacteria, usually when tap water is being used to top up the reservoir. Commercially available screen wash additives
contain chemicals that kill the bacteria and neutralise any risk.
Legionnaires' disease is an uncommon form of pneumonia caused by the Legionella bacterium. It usually affects older people, with a higher risk in smokers and those with reduced immunity. This disease does not spread from person to person and therefore poses no risk to family or friends. It is important to emphasise that, although the bacterium is common, the disease is rare and for most people there is no health risk.
The Legionella bacteria prefer warm standing water environments, and can therefore sometimes be found in certain domestic and industrial water systems that are not properly designed, installed or maintained. Wet cooling towers, spa pools and rarely used showers can allow the bacteria to grow.
People become infected when they inhale the bacteria as an aerosol from a contaminated source. Infections from car windscreen washers are rare but easily prevented.
Please use only commercially available screen wash in your car and do not be tempted to economise by using plain water.
CENTRO INTERNACIONAL PARA A SEGURANÇA DA ÁGUA NASCE NA UMINHO ( A SETRI APOIA E PARTICIPA)
O Centro de Referência em Segurança da Água Portugal/Brasil (CERSA), pioneiro a nível internacional, é apresentado esta quinta-feira, dia 29, na Universidade do Minho, em Braga. Este projeto é uma parceria entre as universidades do Minho e de São Paulo e quer constituir-se numa referência internacional em segurança da água e saúde pública, ao nível da investigação, formação, auditoria e consultoria, envolvendo os mais diversos agentes e instituições.
A sessão de apresentação é às 14h30, no anfiteatro B1 do campus de Gualtar, com as declarações de António M. Cunha, reitor da UMinho; Ricardo Rio, presidente do Município de Braga; Paulo Pereira, diretor do Centro do Território, Ambiente e Construção; Luís Simas, diretor do departamento de qualidade da água da Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos; Paulo Diegues, chefe de divisão de saúde ambiental e ocupacional da Direção-Geral de Saúde; Joaquim Poças Martins, secretário-geral do Conselho Nacional da Água; Afonso Lobato de Faria, presidente da Águas de Portugal; José Vieira e Pedro Mancuso, coordenadores do CERSA para Portugal e Brasil, respetivamente.
Após um curto intervalo, pelas 16h00 intervêm Rui Godinho, presidente da Associação Portuguesa de Distribuição e Drenagem de Águas, José Martins Soares, presidente da Águas do Noroeste, José Sardinha, presidente da Empresa Portuguesa das Águas Livres; e Alexandra Roeger, presidente da Esposende Ambiente. O encerramento está previsto para as 17h30.
O CERSA vai funcionar no Centro do Território, Ambiente e Construção (C-TAC) da UMinho, na Escola de Engenharia em Braga, associando um conjunto de laboratórios, professores e investigadores. O outro polo do CERSA fica na Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo e será apresentado em março, em Brasília, aquando do Congresso Internacional de Segurança da Água, organizado pelo Ministério da Saúde do Brasil.
Este centro de investigação surge após a ONU ter reconhecido, em 2010, a água e o saneamento como um direito humano, que deve ser garantido de forma universal para a proteção da saúde pública e da qualidade de vida nas sociedades modernas. O mundo vive uma crescente exigência ao nível do abastecimento de água para consumo humano e no saneamento, o que obriga a implementar novas metodologias de avaliação e gestão de riscos. O site oficial do Centro é http://cersaportal.org
NO BRASIL A SETRI VEM PARTICIPANDO DA CRIAÇÃO DO CENTRO DESDE SEU INÍCIO. NO BRASIL O LANÇAMENTO SERÁ EM BRASÍLIA EM MARÇO.
A SETRI É ESPECIALIZADA EM PLANO DE SEGURANÇA DA ÁGUA DESDE 2008 PARA EDIFICAÇÕES E INDÚSTRIAS.
A SETRI TAMBÉM VAI LANÇAR O PRIMEIRO LIVRO SOBRE PLANO DE SEGURANÇA DA ÁGUA EM JUNHO DE 2015.
A sessão de apresentação é às 14h30, no anfiteatro B1 do campus de Gualtar, com as declarações de António M. Cunha, reitor da UMinho; Ricardo Rio, presidente do Município de Braga; Paulo Pereira, diretor do Centro do Território, Ambiente e Construção; Luís Simas, diretor do departamento de qualidade da água da Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos; Paulo Diegues, chefe de divisão de saúde ambiental e ocupacional da Direção-Geral de Saúde; Joaquim Poças Martins, secretário-geral do Conselho Nacional da Água; Afonso Lobato de Faria, presidente da Águas de Portugal; José Vieira e Pedro Mancuso, coordenadores do CERSA para Portugal e Brasil, respetivamente.
Após um curto intervalo, pelas 16h00 intervêm Rui Godinho, presidente da Associação Portuguesa de Distribuição e Drenagem de Águas, José Martins Soares, presidente da Águas do Noroeste, José Sardinha, presidente da Empresa Portuguesa das Águas Livres; e Alexandra Roeger, presidente da Esposende Ambiente. O encerramento está previsto para as 17h30.
O CERSA vai funcionar no Centro do Território, Ambiente e Construção (C-TAC) da UMinho, na Escola de Engenharia em Braga, associando um conjunto de laboratórios, professores e investigadores. O outro polo do CERSA fica na Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo e será apresentado em março, em Brasília, aquando do Congresso Internacional de Segurança da Água, organizado pelo Ministério da Saúde do Brasil.
Este centro de investigação surge após a ONU ter reconhecido, em 2010, a água e o saneamento como um direito humano, que deve ser garantido de forma universal para a proteção da saúde pública e da qualidade de vida nas sociedades modernas. O mundo vive uma crescente exigência ao nível do abastecimento de água para consumo humano e no saneamento, o que obriga a implementar novas metodologias de avaliação e gestão de riscos. O site oficial do Centro é http://cersaportal.org
NO BRASIL A SETRI VEM PARTICIPANDO DA CRIAÇÃO DO CENTRO DESDE SEU INÍCIO. NO BRASIL O LANÇAMENTO SERÁ EM BRASÍLIA EM MARÇO.
A SETRI É ESPECIALIZADA EM PLANO DE SEGURANÇA DA ÁGUA DESDE 2008 PARA EDIFICAÇÕES E INDÚSTRIAS.
A SETRI TAMBÉM VAI LANÇAR O PRIMEIRO LIVRO SOBRE PLANO DE SEGURANÇA DA ÁGUA EM JUNHO DE 2015.
SETRI alerta para os fabricantes de produtos químicos = ABNT NBR 15784 (o que precisa ser feito)
Trabalho da Câmara Temática de Qualidade de Produtos Químicos - CTQPQ - ABES, ganha reconhecimento oficial do Ministério da Saúde.
A Câmara Temática de Qualidade de Produtos Químicos – CTQPQ alcançou mais um importantíssimo avanço para garantia da saúde da população abastecida no país.
Trata-se do reconhecimento oficial pelo Ministério da Saúde, quanto à sistemática de controle de qualidade dos produtos químicos utilizados em tratamento de água para consumo humano, com base na ABNT NBR 15.784, que foi desenvolvida dentro da CTQPQ.
Clique aqui para acessar a NI 157 /MS e os 3 (três) formulários (Laudo de Atendimento aos Requisitos de Saúde - LARS, Comprovante de Baixo Risco à Saúde - CBRS eDocumento de Encaminhamento do CBRS e do LARS à Autoridade de Saúde - DECLAS) aprovados pelo M.S, que foram criados dentro da CTQPQ e referendados nos I, II e III Workshops promovidos por esta Câmara.
Lembre-se, agora estes documentos estão sendo OFICIALMENTE EXIGIDOS PELAS AUTORIDADES DE SAÚDE!
27 de jan. de 2015
Pode ter LEGIONELLA no sistema de distribuição de água Potável ? PODE
ÁGUA DA REDE DE DISTRIBUIÇÃO NA VILA DE ALMODÔVAR LIVRE DE LEGIONELLA
ALMODÔVAR – A Câmara Municipal relembra que, em setembro de 2014, foi detetada a bactéria Legionella, nas análises realizadas ao abastecimento de água à vila de Almodôvar, cuja responsabilidade é da empresa Águas Públicas do Alentejo.
Nesta data o Município atuou de imediato, de forma a erradicar a referida bactéria da rede, o que foi conseguido com sucesso, e, desde essa data até ao dia 5 de janeiro de 2015, as análises efetuadas não apresentaram parâmetros indicativos da referida bactéria na rede de distribuição.
A 6 de janeiro, na sequência de novas análises, a bactéria Legionella surgiu de novo, embora com parâmetros baixos. Face a estes resultados o Município reuniu de imediato com a Autoridade de Saúde Pública e com a empresa Águas Públicas do Alentejo, exigindo a colaboração destas entidades e a tomada de medidas imediatas para que a água distribuída tenha a qualidade exigida.
Assim, e no seguimento de diversas medidas implementadas, foram feitas novas análises e informamos que recebemos hoje, dia 23 de janeiro, resultados de novas análises onde não consta qualquer valor da bactéria.
Todavia, e de acordo com as boas práticas e delicadeza do assunto em questão, e pese embora os resultados das últimas análises efetuadas serem negativos, o Município vai proceder à desinfeção e purga da rede de água em toda a vila de Almodôvar, como forma de assegurar que não existem resíduos da bactéria ao longo das condutas de distribuição.
Continuaremos a monitorizar e efetuar todos os esforços para que a qualidade da água que distribuímos aos nossos habitantes seja a de melhor qualidade.
OBS: NO BRASIL NÃO SE FALA PORQUE NÃO SE FAZ NADA SOBRE O TEMA.
26 de jan. de 2015
Hospital facing charge over legionnaires' disease case
BRIGHTON'S hospital is facing prosecution for failing to protect patients from a deadly bug.
The trust that runs the Royal Sussex County Hospital is accused of failing to ensure its patients and visitors were protected from the risk of legionella bacteria - which causes legionnaires' disease.
he charge against Brighton and Sussex University Hospitals NHS Trust follows the case of cancer patient Joan Rayment, 78, who caught the waterborne bug at the Royal Sussex County Hospital before she died in November 2011.
The Health and Safety Executive is prosecuting the trust under the Health and Safety at Work Act 1974.
It faces one count of failing to ensure that “patients and visitors to the hospital, including Mrs Joan Rayment, were not thereby exposed to risks to their health and safety, namely the risks of injury or death should they become infected by legionella bacteria from the various water systems at that hospital”.
A representative for the trust appeared at Redhill Magistrates' Court on January 20 and the case has now been sent to crown court.
A spokesman for the trust said it was unable to comment ahead of crown court proceedings.
Legionnaires bacteria causes a serious lung infection, legionnaires' disease, which can cause high fever, muscle pain, cough, chest pains and breathing difficulties.
The bacteria is often found in sources of water and can multiply rapidly in air conditioning and complex water supply systems.
Paying tribute to Mrs Rayment in 2011, Father Robert Chavner, of St Nicholas Church, Brighton, described her as a “creative, imaginative and in some ways unconventional person, who lived out her vocation as a Christian in a particularly radical and vulnerable way, and who touched people and parts of the Church and of society which other Christians couldn't reach.”
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