07/02/2012

Qualidade do Ar de Interiores - Belo Horizonte - Minas Gerais

NOTÍCIAS NA IMPRENSAo Clipping Saúde é a seleção de notícias publicadas por veículos de comunicação do país. A Associação Médica de Minas Gerais não se responsabiliza pelo conteúdo das matérias

06/02/2012
Ar-condicionado é reprovado em 70% dos estabelecimentos
Bactéria presente em equipamento matou ex-ministro Sérgio Motta, em 98
Rafael Rocha
A falta de manutenção tem transformado os aparelhos de ar-condicionado em uma armadilha para a saúde de quem frequenta locais de grande aglomeração na capital. Um levantamento feito pela Vigilância Sanitária da Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte revelou que 70% dos estabelecimentos fiscalizados pelo órgão foram reprovados, principalmente em relação à limpeza.

Desde 2003, a lei determina referenciais de qualidade do ar em ambientes climatizados (veja quadro), mas, na capital, a maioria das empresas não está cumprindo a lei. Dos 144 locais visitados pelos agentes da prefeitura em 2011, 103 foram autuados por não cumprirem algum item da legislação. Nenhum estabelecimento foi interditado no período.

Dentre as irregularidades encontradas pela vigilância, estão a falta de avaliação biológica, química e física das condições do ar, além de manutenção e limpeza dos aparelhos de ar-condicionado. A própria Vigilância Sanitária assume a gravidade dos dados. Por meio de nota, a gerente do órgão, Mara Machado, informou que "a falta de manutenção dos sistemas pode comprometer a qualidade do ar e consequentemente acarretar doenças".

No caso do ex-ministro das Telecomunicações, Sérgio Motta, a falha na manutenção do equipamento custou sua vida em 1998. A bactéria Legionella - que se aproveita do ambiente úmido e com baixas temperaturas para se desenvolver nas bandejas de ar-condicionado - provocou uma pneumonia fatal no ministro.

Especialistas consultados pela reportagem avaliaram que o problema é grave, já que a falta de manutenção nos equipamentos facilita a reprodução de fungos e bactérias que, em casos extremos, podem levar à morte. "A gente sabe que as empresas não ligam muito para isso. Casos graves são raros, mas quando acontece mata até ministro", informou o alergista e imunologista Ataualpa Reis.

A assessoria da secretaria de saúde informou, que no foco da fiscalização municipal estão hotéis, motéis e Centro de Tratamento Intensivo (CTI) de hospitais. No entanto, todos os locais que possuem ar-condicionado, como bancos, indústrias, cinemas e consultórios, são passíveis de fiscalização. No entanto, a pasta não informou detalhes sobre os locais escolhidos para a avaliação dos equipamentos no ano passado.

A importância de se ter um ar-condicionado saudável é apontada como fundamental pelo vice-presidente da Sociedade Brasileira de Meio Ambiente e Controle de Qualidade do Ar de Interiores, José Marques Hoenen. Segundo ele, os micro-organismos são carregados pela poeira, depois "surfam" pelo equipamento até o ambiente e atingem uma multiplicação concentrada. "Ao serem lançados no ambiente, os micro-organismos invadem o corpo de qualquer pessoa com baixa resistência", afirmou. Quadros de alergias diversas, rinites e sinusites também podem ter complicações devido às impurezas acumuladas nos aparelhos.

Há três anos, a vendedora Bruna Assis trabalha em shoppings e percebeu que, desde então, sua rinite só tem piorado. "Fico o tempo todo respirando esse ar e isso atrapalha minha rinite e, principalmente, minha sinusite. Preciso tomar antialérgico sempre", afirmou.
Fiscalização
Baixo controle incentiva o desrespeito

A especialista em microbiologia Cristina Carvalho, responsável por fazer avaliação química em sistemas de climatização de empresas, afirma que grande parte dos estabelecimentos não efetua a limpeza devido à precariedade da fiscalização. "Ela (fiscalização) ainda não é rigorosa e tem sido centrada em lugares de maior impacto, como hospitais", informou. Consultada, a Vigilância Sanitária disse que "todos os locais de grande circulação de pessoas foram vistoriados".

O clima brasileiro, de acordo com Cristina, é um dos fatores que também faz com que a manutenção em aparelhos de ar-condicionado demande atenção de especialistas.
Ela alertou ainda para o controle de umidade e temperatura, que deve ser rigoroso. "Nossa temperatura é inconstante, de manhã é quente, à tarde pode fazer frio. Sempre encontro aparelhos com temperatura desregulada", disse

Portaria 2914 Água Potável Brasil - Ministério da Saúde - LEIAM SEÇÃO III

Não sei se todos tiveram a oportunidade de ler a nova portaria. Seria muito bom entrar em detalhes, pois existem alguma diferenças com a antiga Portaria 518.
O ponto que mais me chama a atenção e não consigo entender, leiam o X parágrafo único com muito cuidado.


Seção III
Das Competências dos Municípios
Art. 12. Compete às Secretarias de Saúde dos Municípios:

I - exercer a vigilância da qualidade da água em sua área de competência, em articulação com os responsáveis pelo
controle da qualidade da água para consumo humano;
II - executar ações estabelecidas no VIGIAGUA, consideradas as peculiaridades regionais e locais, nos termos da
legislação do SUS;
III - inspecionar o controle da qualidade da água produzida e distribuída e as práticas operacionais adotadas no sistema
ou solução alternativa coletiva de abastecimento de água, notificando seus respectivos responsáveis para sanar a(s)
irregularidade(s) identificada(s);
IV - manter articulação com as entidades de regulação quando detectadas falhas relativas à qualidade dos serviços de
abastecimento de água, a fim de que sejam adotadas as providências concernentes a sua área de competência;
V- garantir informações à população sobre a qualidade da água para consumo humano e os riscos à saúde associados,
de acordo com mecanismos e os instrumentos disciplinados no Decreto nº 5.440, de 4 de maio de 2005;
VI - encaminhar ao responsável pelo sistema ou solução alternativa coletiva de abastecimento de água para consumo
humano informações sobre surtos e agravos à saúde relacionados à qualidade da água para consumo humano;
VII - estabelecer mecanismos de comunicação e informação com os responsáveis pelo sistema ou solução alternativa
coletiva de abastecimento de água sobre os resultados das ações de controle realizadas;
VIII - executar as diretrizes de vigilância da qualidade da água para consumo humano definidas no âmbito nacional e
estadual;
IX - realizar, em parceria com os Estados, nas situações de surto de doença diarréica aguda ou outro agravo de
transmissão fecaloral, os seguintes procedimentos:
a) análise microbiológica completa, de modo a apoiar a investigação epidemiológica e a identificação, sempre que
possível, do gênero ou espécie de microorganismos;
b) análise para pesquisa de vírus e protozoários, quando for o caso, ou encaminhamento das amostras para laboratórios
de referência nacional quando as amostras clínicas forem confirmadas para esses agentes e os dados epidemiológicos
apontarem a água como via de transmissão; e
c) envio das cepas de Escherichia coli aos laboratórios de referência nacional para identificação sorológica;
X - cadastrar e autorizar o fornecimento de água tratada, por meio de solução alternativa coletiva, mediante avaliação e aprovação dos documentos exigidos no art. 14 desta Portaria.
Parágrafo único. A autoridade municipal de saúde pública não autorizará o fornecimento de água para consumo humano, por meio de solução alternativa coletiva, quando houver rede de distribuição de água, exceto em situação de emergência e intermitência.

04/02/2012

LEGIONELLA - Espanha

O caso mais recente divulgado foi na Espanha. Não costumamos ver este tema na mídia brasileira e por isso, continuamos a ter a tal falsa segurança que no Brasil ela não traz problemas. Grande equívoco, no Brasil o número de pessoas infectadas pela bactéria Legionella é muito grande. O que não temos no Brasil é um controle e nem protocolos definidos, para avaliar a extensão da gravidade da Legionella em nosso dia a dia.
Vamos continuar nossa batalha de divulgar e informar, para que que possamos alertar as pessoas.
Mas cuidado com os processos de minimizar os riscos, pois nunca teremos risco zero. Procure sempre um especialista em avaliação de risco, ele poderá ajudar.
Análise da água, para detectar a presença (quantidade) da bactéria Legionella é parte do processo e não o processo. Se você só faz análise e se sente seguro, está cometendo um grande erro.
A notícia abaixo foi publicada em um site de notícias de viagens e está sendo divulgada em toda a internet, ou seja o turisno na Espanha pode e terá problemas.

Dois turistas ingleses morrem de legionária
depois de terem estado em hotel na Costa Blanca
Presstur 03-02-2012 (13h59)Dois turistas ingleses morreram vítimas da doença do legionário depois de terem estado alojados num hotel em Calpe, na Costa Blanca em Espanha, segundo a imprensa especializada britânica, que cita o operador que organizou as viagens.As notícias dizem que de acordo com a Saga Holidays, as vítimas estiveram alojadas no Diamante Beach Hotel e uma faleceu já no hospital, enquanto a outra foi encontrada morta no quarto do hotel para onde tinha sido mudada.
Além destas vítimas, outras três pessoas também estão hospitalizadas em Espanha enquanto uma quarta já recebeu alta.
O operador indicou que outras cinco pessoas que estiveram alojadas recentemente no mesmo hotel receberam tratamento para a mesma doença num hospital no Reino Unido, tendo todas com excepção de uma recebido alta
O porta-voz da Saga Holidays, citado nessas notícias, informou que operador mal recebeu informação de que um cliente que estava alojado no Diamante Beach Hotel estava a ser tratado de uma pneumonia causada pela bactéria legionella enviou um perito em análises e retirou os clientes, acrescentando que um deles não reportou os sintomas, mas veio a falecer no segundo hotel.
O operador disse ainda que contactou outros clientes que estiveram alojado no mesmo hotel e disse para estes contactarem os seus médicos caso tenham sintomas parecidos com os da gripe e descobriu que alguns deles tiveram de receber tratamento em unidades hospitalares no Reino Unido e deixou de enviar clientes para o Diamante Beach Hotel.
A imprensa espanhola noticiou a ocorrência de três turistas ingleses mortos, que faleceram nos últimos dias de Janeiro.
A imprensa espanhola diz que os dados resultaram de uma investigação levada a cabo pelas autoridades sanitárias e de saúde da Comunidade Valenciana ao “surto de casos de legionella” ocorrido em Calpe, indicando que foram registados 14 casos de infecção, de turistas ingleses e quatro de espanhóis.
As notícias da imprensa espanhola também indicam que o estabelecimento hoteleiro foi encerrado para prevenir a ocorrência de mais casos enquanto são avaliadas “medidas estruturais”, embora também tivesse verificado que cumpria “estritamente” com todas as normas em matéria de instalações.
O responsável autárquico (alcalde) de Calpe, Alicante, citado nessas notícias, assegurou que o surto partiu de um “foco isolado”, que “só afectou um estabelecimento e está localizado e controlado”.
O alcalde disse ter ma “mensagem de tranquilidade” e declarou “plena confiança” na actuação das autoridades sanitárias, bem como do hotel.
“O alcalde é conhecedor de que os responsáveis e empregados do estabelecimento actuaram com zelo e grande responsabilidade para garantir a segurança dos utilizadores e colaboraram estreitamente com as autoridades sanitárias”, sublinhou.
Notícia publicada pela internet não do autor do blog

Três turistas britânicos faleceram em Espanha, depois de terem contraído a 'doença do legionário' num hotel na instância turística de Calpe, informou o governo regional de Valência, citado pelas agências noticiosas.
DN GLOBO de Portugal

Novas notícias circulam em jornais em toda a Europa e USA.

03/02/2012

Three Britons die in legionnaires outbreak at Spanish resort


Three British holidaymakers have died in an outbreak of legionnaires disease at a hotel in the Spanish resort of Calpe.
The three unnamed Britons, were among more than 20 people to have contracted the disease at the Diamante Beach hotel.
The deaths were confirmed over the last 24 hours, almost three weeks after Saga holidays was first informed of the outbreak at the four-star spa and convention centre.
The regional government of Valencia confirmed on Friday that the first death had been on 26 January and another had come five days later. The latest death happened at the Clinica Benidorm hospital on Thursday.
"The three dead were British," a spokesman said. A further 14 other people, ten of them British, were being treated for the disease.
Confusion surrounded the date on which the legionella outbreak had been confirmed, with Saga saying it was first told about it on 14 January.
The regional health department, however, said a preliminary test had failed to locate the bacterium that causes the disease. It did not publicly inform of the outbreak, which was confirmed by a second test, until Friday.
Authorities ordered the disinfection of the hotel's water system, but said Diamante Beach had not broken maintenance rules.
Saga said a further three people remain in hospital in Spain. Five other people who recently stayed at the Diamante Beach had been treated in hospital in the UK though all but one have been discharged.
"It was reported to us on Saturday 14 January that a customer who had stayed at the Diamante Beach hotel in Spain was being treated for pneumonia caused by legionella," a Saga spokesman said.
"When that happened we immediately sent out a scientific expert to Spain and informed our guests there and offered to move them to a different hotel.
"We also contacted people who had stayed at the hotel in the previous month telling them to contact their doctor if they were experiencing flu-like symptoms."
Health authorities said the hotel had now been temporarily closed. "With the closure we have a guarantee that there will be no more contagion and we can then evaluate the measures taken with the rigour required by the situation."
A spokesman for the hotel said it expected to reopen on Monday.
Saga said the company eventually moved all clients to a new hotel after their expert conducted tests on water samples.
A holidaymaker who died in his hotel room on 31 January had not said he was feeling sick and Saga had not originally known the cause of death, the spokesman said.
"This is clearly a very upsetting time for families and staff. We have sent extra people to Spain to support them in any way we can," the spokesman added.
Saga will be offering compensation to the holidaymakers who contracted the bacterium and has suspended sending clients to the hotel.
"We have done an inspection of the plumbing and made some recommendations to reduce possibilities of a further outbreak and they will need to make changes before we consider using it again."
The Foreign Office said it was providing consular assistance to those affected by the outbreak and their families.
Legionnaires' disease is caused by a bacterium usually found in standing water and can be contracted by breathing contaminated air.
Older people as well as those with weak immune systems or lung problems are most susceptible.


Kraft Achieves Zero Waste at 36 Food Plants Around the World

Published February 02, 2012


Kraft, the maker of food products ranging from Dentyne to mac-and-cheese mix, sends no waste to landfill at 36 manufacturing plants in 13 countries, the company said today.

Waste is one of the six areas that Kraft has identified as sweet spots for improving the firm's environmental responsibility and sustainability. (The others are agricultural commodities, packaging, energy, water and operations related to transportation and distribution.) And manufacturing accounts for more than 99 percent of the solid waste Kraft generates.

"We're waging war on waste, one plant at a time," said Christine McGrath, Kraft vice president for global sustainability, in a statement.

Last year, the company set a goal of reducing net waste from manufacturing by 15 percent by 2015. That target builds on Kraft's earlier goal to cut waste by 15 percent between 2005 and 2011, which the firm handily exceeded: By the end of 2010, Kraft had slashed waste by 42 percent. The percentages represent reductions in the ratio of kilos of waste resulting from a ton of production.

As of today, waste reduction by Kraft, normalized to production, stands at 50 percent compared to 2005 levels, the company said in a recap of its efforts since revising the waste reduction goal last May.

The firm is now recycling or reusing as much as 90 percent of manufacturing waste, and at some sites byproducts from manufacturing are used to create energy. Twelve of the plants that no longer send waste to landfill are in the United States, 24 are in Europe and several other facilities have made strides in reducing rubbish.

Here are some highlights from Kraft's progress report, which praised employees for coming up with novel ways to cut waste and new uses for byproducts:

United States

• Bakeries in Chicago and Naperville, Ill., that make Nabisco and Triscuit products became zero waste by the end of last year.

• A Philadelphia Cream Cheese plant in Beaver Dam, Wisc., worked with the city to build an anaerobic digester, which processes whey waste into biogas that is used to generate electricity for the local grid.

• Two plants in the California city of Fresno and one in San Leandro diverted more than 100 tons of food waste for use as animal feed. The facilities, which make Capri Sun, Kool-Aid, Tang, Maxwell House, Yuban and Cornnuts, have received several honors from the state's Waste Reduction Awards Program.

Russia

• A coffee plant in St. Petersburg cut waste sent to landfill by 90 percent by reusing coffee bean shipping bags and pallets and by sending off 15,000 tons of coffee grounds to be turned into fertilizer for farms in the area.

Indonesia

• Plants in Cikarang and Karawang, where plastic packaging film creates most of the waste, found a recycler that turns the material into bags and buckets. The facilities cut waste by 40 percent last year.

Austria

• During the past year, a coffee plant in Vienna has sent 250 tons of used coffee bean husks to a biomass power plant that creates heat and electricity for nearby homes.

Germany

• A Philadelphia Cream Cheese plant in Fallingbostel has been a zero waste facility since 2009.

01/02/2012

Para saber mais sobre a LEGIONELLA

Verdades e mentiras sobre a Legionella

É correto relacioná-la ao ar condicionado? Os números de casos são realmente alarmantes? Como se prevenir?
A Doença do Legionário é uma forma de infecção do pulmão e a sua causa, a Legionella, ocorre sempre que é utilizada água. Muitos a associam à contaminação do ar de interiores, principalmente em edifícios, onde é bastante presente o uso do ar condicionado. Mas isso é correto? O que precisamos saber sobre esta bactéria?

Quem responde essas e outras pontuações é o Eng. Marcos d´Avila Bensoussan, especialista na área de Controle e Monitoramento da Legionella, que trabalhou por muitos anos em tratamento de águas e qualidade do ar de interiores, ajudando a introduzir o conceito no Brasil e América Latina.

Se estamos falando de verdade e mentira sobre a Legionella, como você começaria nossa entrevista?
A Legionella sempre existiu; o que posso colocar como mentira é a confusão que algumas pessoas ainda fazem sobre ela.

Qual seria a maior confusão?
A maior delas é que a Legionella não existe no Brasil, mas somente na Europa e Estados Unidos. A verdade é que a Legionella vive na água, ou seja, bem perto de todos nós.

O que os nossos leitores precisam saber de fato?
Poderíamos ficar aqui várias horas falando sobre a Legionella, mas resumidamente ela foi descoberta após uma grave mortalidade na Filadélfia, em um encontro dos Legionários, daí o nome Legionella. Ela provoca no ser humano alguns problemas sérios, podemos ter a febre Pontiac (como um forte resfriado), pneumonia leve e até a pneumonia gravíssima que pode levar à morte.

Como é o seu contágio?
A Legionella não passa de pessoa a pessoa. Se adquire pela água pulverizada (pequenas gotículas) que através da respiração vai para o nosso aparelho respiratório, provocando as doenças já citadas. Como nós, humanos, usamos a água de várias maneiras, os locais de maior probabilidade de haver contaminação são: Torres de Resfriamento, chuveiros, fontes decorativas, Spas, pulverização de água em locais públicos, consultórios odontológicos (através do motor que injeta água pulverizada), sistemas de nebulização de água e tantos outros processos que pulverizem a água e que possamos respirar as suas gotículas. Entretanto, o que ocorre é que existe a possibilidade de certeza de haver ou não problemas. O que não podemos é entrar em pânico.

Como mensurar o risco?
Em nível mundial, os casos graves de óbito provocados pela Legionella não são um número pequeno, tanto que a National Geografic a considerou como uma das epidemias mais graves. No Brasil não existe um acompanhamento oficial, mas os números são assustadores (foi tema de um trabalho que apresentei com alguns colegas em Chicago, em 2007).

Como é o processo utilizado nos outros países?
Realizamos uma análise de risco no local (somente com pessoas capacitadas), para definir o seu nível. Este é o procedimento que todos deveriam usar (edifícios, indústria, shopping centers, hospitais, hotéis, todos que de uma maneira ou de outra possuem fonte que tenha pulverização de água). Outro ponto importante é que a Legionella, estando na partícula de água, pode ser arrastada por vários quilômetros e contaminar pessoas bem distantes do local infectado (o caso mais impressionante aconteceu na França em uma refinaria de petróleo, onde pessoas a quase 10 quilômetros foram contaminadas). Outro ponto importante é que não existe lei para tratar a água de um sistema de resfriamento, mas todos tratam e por quê? Porque se não tratar os equipamentos vão ter problemas e se perde dinheiro. No caso da Legionella podemos perder vidas e deixar pessoas doentes. Será que precisamos de leis ou de consciência?


“A Legionella não passa de pessoa a pessoa. Se adquire pela água pulverizada (pequenas gotículas)..."


Ultimamente, no Brasil, se fala muito da Legionella e o ar condicionado, sendo que todos culpam como sendo ele o responsável...
Isso é polêmico, pois todos vinculam a Legionella ao ar condicionado. Inclusive a história da Qualidade do Ar de Interiores apareceu por um equívoco técnico na época. Não que o que temos no Brasil (RE09) não seja importante, mas na época em que o então Sr. Ministro Cesar Motta faleceu, falaram que ele teve Legionella provocada pelo ar condicionado do seu gabinete em Brasília. Ele pode ter falecido pela Legionella, entretanto, este não foi o único fator responsável pela sua morte (foi mais um fator, porém, não foi o único), mas não foi o ar condicionado que gerou a Legionella. Com esta confusão, foi que o Ministério da Saúde lançou as portarias da Qualidade do Ar de Interiores, pois pensaram que o ar era o culpado (inclusive nas resoluções não se fala quase nada sobre Legionella). O ar condicionado pode, eu disse PODE ser o condutor das partículas de água contaminadas, e não o gerador. Se a tomada de ar externo estiver próxima a uma torre de resfriamento, pode arrastar as partículas para o local onde o sistema de ar condicionado esteja operando. No caso de Filadélfia, ocorreu exatamente isso, muitos se contaminaram dentro dos seus quartos (pelos dutos) e muitos na rua, respirando as partículas de água que vinham da torre de resfriamento no topo do edifício (hotel). O que sim, temos que fazer, é analisar o risco de contaminação e a água.

Mas o fator de uma lei existir não reforçaria a preocupação?
Sabe, temos hoje a Portaria 3523 e a RE09 do Ministério da Saúde/Anvisa. Isso ao olhar do mundo é fantástico: um país como o nosso preocupado com a saúde e bem-estar das pessoas que estão utilizando locais climatizados, ou seja, querem reduzir os riscos de enfermidades e outros problemas. Isso é muito bom, mas como todos deveriam fazer, começa o famoso jeitinho de como burlar este procedimento tão importante. A questão é que muitas empresas fazem PMOC e as análises somente para cumprir tabela, usam pessoas desqualificadas, laboratórios que não fazem a análise corretamente, ou seja, estão enganando a si próprios.

Que recado daria aos responsáveis pelos processos que mencionou?
Precisamos reduzir os riscos, fazer as análises necessárias para a prevenção. Utilizar somente pessoas capacitadas, pois qualquer erro pode ser pior que não fazer. Hoje na Europa existe lei rígida sobre o tema, nos Estados Unidos existem procedimentos. Havendo pessoas doentes e se houver uma investigação, a fonte que provocou poderá ser responsabilizada, independente de lei ou não. Só um comentário final: hoje a “gripe suína” (H1N1) está na mídia 24 horas por dia. Correto. Todos nós devemos ser informados para evitar mais mortes, etc. Mas eu pergunto: Quem sabe da Legionella e dos seus riscos? Quem sabe dos riscos que corremos? Quem está fazendo algo? Depende da consciência dos Gestores de Segurança, RH, Facilities, Engenharia e outros trabalhar para a prevenção, a saúde e o conforto das pessoas.

Publicado na Revista INFRA

Las Vegas: Health district says Luxor guest died of Legionnaires'

                           The lobby of the Luxor hotel-casino in Las Vegas. (MGM Resorts)


Nevada health officials found Legionella bacteria in water samples at the Luxor in Las Vegas this month after receiving notice that a prior guest at the hotel-casino had died from Legionnaires' disease.
The public health notice issued by the Southern Nevada Health District on Monday said the Centers for Disease Control and Prevention alerted the agency to three Luxor guests who were diagnosed with Legionnaires' disease.
Two cases were reported in spring 2011, but water samples taken at that time didn't detect the bacteria and both patients recovered. The third case was reported in January -- no name or details about the victim were given -- and the hotel's water again was tested. "At this time environmental sampling was positive for Legionella bacteria," the notice says.
The Luxor took steps to treat the water in the room where the deceased guest stayed within 24 hours of receiving notice, according to media reports. Gordon Absher, vice president of public affairs for MGM Resorts International, which owns the Luxor, says the company is embarking on a voluntary remediation of the entire hotel. The hotel also posted information about the disease on a Web page and has a hotline for guests to call.
Brian Labus, senior epidemiologist at the health district, says the bacteria may grow in shower heads or other water fixtures in hotel rooms that haven't been used for a while so water doesn't circulate regularly. "There's nothing you can do as a guest to prevent it," he says.
Legionnaires' disease is a type of pneumonia that can be fatal in 5% to 30% of cases, especially among the elderly and people with respiratory problems. It's transmitted by breathing in vapor or mist tainted by bacteria, not by person-to-person contact, and the incubation period is 2 to 14 days. Symptoms include high fever, chills, cough and sometimes muscle aches, the health district's notice says.
Last July, six cases of Legionniares' disease were reported to the CDC by people who had stayed at the Aria Resort & Casino, which is partly owned by MGM Resorts. All patients were treated and recovered. In that instance, Absher says the hotel sent out 14,000 letters and posted a notice on its website to inform prior guests about the possibility of having been exposed to the bacteria. (A civil lawsuit filed over those cases is pending.)
Copyright © 2012, Los Angeles Times

31/01/2012

Novo caso de LEGIONELLA em Las Vegas

LAS VEGAS (FOX5)
Posted: Jan 30, 2012 4:19 PM Updated: Jan 30, 2012 9:22 PM
A recent guest of the Luxor Hotel and Casino died after contracting Legionnaires' disease, the Southern Nevada Health District announced Monday.
The agency has issued a public health notice, saying water samples collected after the patient was diagnosed tested positive for Legionella bacteria.
The patient's identity has not been made public, and the health district did not reveal the official cause of death.
Although no new cases of the disease have been reported, health officials said anyone who stayed at Luxor recently and believes they may have symptoms is urged to contact their doctor.
Symptoms of the disease -- which can include a high fever, cough and chills -- usually manifest 2 to 14 days after exposure to the bacteria.
The health district also revealed Monday that two people who stayed at the Luxor last spring also contracted Legionnaires' disease.
However, water samples taken at the time tested negative for the bacteria, so the public was not believed to be at risk, officials said.
Both patients did recover.
The health district said it was informed about the cases through the Centers for Disease Control and Prevention.
Stay with FOX5 for updates to this breaking story
Copyright 2012 KVVU (KVVU Broadcasting Corporation). All rights reserved.

26/01/2012

Iniciativa muito legal - TerraCycle - SETRI vai apoiar

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Lembre-se que aceitamos qualquer embalagem de salgadinho, biscoito, refresco em pó, chocolate, café, alimentos congelados, margarina e papel A4 independente da marca e que você pode participar de todas as Brigadas (Programas de coleta de embalagens) ao mesmo tempo. 

Após juntar o mínimo de 100 embalagens, você pode nos enviar a remessa gratuitamente. Basta você acessar a sua conta TerraCycle imprimir a etiqueta pré-paga de envio, colar na caixa e levar até uma agência própria dos Correios. Se não tiver impressora, você pode fazer a requisição, também dentro da sua conta, que nós lhe enviamos no prazo de 3 semanas. Você poderá ver na sua conta TerraCycle o número de embalagens que enviou e o valor acumulado dentro de 15 dias após o recebimento dessa remessa na TerraCycle. 

Os pagamentos são feitos duas vezes ao ano diretamente para a entidade beneficiada, em Agosto referente às remessas do primeiro semestre, e em Dezembro referente às remessas enviadas no segundo semestre. Lembramos que os pagamentos são semestrais e para emissão do cheque o time precisa ter enviado o mínimo de 500 embalagens para o pagamento mínimo de R$10,00.  

Esperamos o seu time iniciar a coleta! 

Para solicitar as etiquetas você deve certificar-se de estar com o cadastro todo completo, incluindo o telefone e endereço com número e complemento.

Para imprimir ou solicitar as etiquetas você deve entrar em sua conta em nosso site e clicar no ícone ao lado esquerdo da página "SOLICITE SUA ETIQUETA"!

Na página que abrir você deve escolher para qual Brigada você vai querer etiquetas e solicitar o envio ou a impressão!

Se algo der errado, confira na sua página de Brigadas, no link Remessas Pendentes, se as suas etiquetas já não foram geradas e estão lá.

Se sim, basta clicar no Número de Rastreamento e imprimir a etiqueta que abrirá em PDF. 

Qualquer dúvida, estamos a disposição. 

Obrigado pelo seu interesse! 

Atenciosamente,

Time TerraCycle
TerraCycle do Brasil
0800-8921-038
sac@terracycle.com.br
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22/01/2012

LEGIONELLA - BRASIL


Muitos acreditam que a Legionella é coisa que não existe. Lembro mais uma vez que casos de Legionella ocorrem em quantidade elevada no Brasil e no mundo. Somente casos graves de óbito estão sendo reportados e não a quantidade de pessoas contaminadas.
Fazendo um levantamento em vários laboratórios que realizam análise de Legionella na água, o porcentual de casos positivos X amostras analizadas está na casa de 24,5 %. Este número é muito importante e devemos tomas os cuidados necessários.

21/01/2012

Casos de Legionella nos Estados Unidos - Advogado especializado



I remember when I first started practicing law in 1976 sitting in my office at my new law firm and how excited I was. Little did I realize just how exciting things were going to get or of my future involvement with the disease. One block from my new office was a hotel called the Bellevue-Stratford. It was a famous old hotel with beautiful interiors that was also the site of an outbreak of Legionnaires’ disease in which 221 American Legion conventioneers became ill from the disease and 34 died.
I recall the widespread concern shared amongst the residents of Philadelphia. One reason that the outbreak received extensive media coverage was because the investigators were unable to immediately identify the cause of the mysterious illness. Some people feared a new pandemic was just beginning to spread. What made the disease’s discovery so difficult was the lack of common factors between those affected. While it is true that all those who fell ill were attendees at the Legionnaires’ convention, that fact remained the only consistent factor. Before the disease’s discovery local papers published stories detailing every update regarding the medical investigation. Initially, it was believed to have been a new variation of the flu virus. The swine influenza, which had just been discovered, was a culprit for a time. However, some common symptoms of the flu virus, such as human-to-human transmission and a runny nose, had not been observed. Even all types of metal poisonings had been considered. Medical investigators thought they had finally identified the cause to be nickel poisoning when they found fatal amounts of the metal in tissue samples. Soon after, however, this cause was dismissed when doctors realized they had inadvertently contaminated the tissue samples with their metal tools. Another such mistake was the early rejection of a bacterium as the disease’s cause during the investigation. These kinds of problems plagued the investigation as medical experts scrambled frantically to pin down any clues.
It was not until six months after the first person became sick that investigators identified the bacterium that caused the disease. Interestingly, the bacterium had been isolated twice before in 1947 at the Walter Army Institute in Washington, D.C. What prolonged the bacterium’s identification was the use of penicillin and streptomycin during attempts to inoculate other organisms, such as eggs, with the disease. The purpose was to eliminate external bacterial contaminants during the inoculation. When Dr. Joseph McDade finally decided to ignore the use of antibiotics in order to examine the contaminants he discovered that he had strains of Legionella pneumophila. McDade then conducted dye tests on tissue samples from the Legionnaire outbreak and found the same strains of Legionella pneumophila. By this time the outbreak was over; no new cases had come in and the casualty numbers had been finalized.
The whole experience played out like a mystery novel; every week was a new chapter in the story. At the time the story was only of passing interest due to my proximity to the hotel. I had no idea that years later it would come to be a focus area of my practice. The hotel ultimately went bankrupt due to the outbreak and has since been converted into office space and condominiums. To this day I can still see from my office window the Bellevue-Stratford’s cooling towers where the bacteria colonized.    

20/01/2012

Legionella bug found in Filton public showers

LEGIONELLA bacteria has been discovered at public showers run by Filton Town Council – and the cost of fixing the problem could be £14,000.
Staff working at Filton Leisure Centre raised concerns about whether the bacteria could pose a risk to staff and customers at a recent town council staffing meeting. Councillors have stressed that the bacteria has only been found in the showers of the Pavilion, which are not connected to any other water system at Filton Leisure Centre, where tests for the bacteria have proved negative, and a memo has been sent out to reassure staff.
The bacteria, which thrives in water temperatures of between 25°C and 45°C, was found in the showers, which are used by those who play football and other sports on Elm Park playing fields.
A trace of the bacteria was discovered in the water tank that supplies the showers after a routine inspection last month.
The showers have been closed since then and the council are paying for the problem to be fixed.
No one is thought to have been affected by the bacteria so far, which can lead to Legionnaire's disease, a potentially fatal infectious disease.
Filton Town Council's deputy clerk Diane Sanders told the Post that the original cost of refitting the showers and the water system was £5,800 but after further investigations the cost went up.
She said the cost of the repairs now stood at £14,000 and is being undertaken by contractor Bath Water Works.
This is due to an expensive faulty part that needs to be replaced and because the showers' water supply needs to be switched from the old tank to the mains.
A Filton resident, who asked to remain anonymous, told the Post: "I was at Filton Leisure Centre with my young family when it was mentioned by a staff member.
"They said they had raised it with the council and are worried about health and safety.
"There are no signs warning the customers or sports teams who use the showers that they have identified bacteria, which is really quite worrying
"I wont be taking my young kids swimming at the leisure centre until they make a public statement that they have fixed the problem and have been given the all-clear."
Filton Leisure Centre manager Lisa Timbrell said: "The problem is isolated to the showers in the Pavilion.
"They are supplied by a separate tank, which was very old and needed replacing. The rest of the leisure centre is not affected and all tests there have been negative.
"The showers have been closed since the problem was detected but we hope they will reopen in the next few weeks after tests have been conducted to make sure the bacteria has gone away."
Filton Town Council chairman Adam Monk said: "Clearly it's disappointing that the showers within the Pavilion have been found to contain legionella bacteria.
"As a council we acted swiftly and have engaged a contractor to work on a system to overcome this problem.
"We are sorry for any inconvenience caused at the facility but obviously the severity of the problem meant we needed to close the showers."
Mr Monk said the money used to pay for work would come from the general maintenance reserves budget.
The Evening Post understands some remedial work was undertaken on the showers in late 2009 when the same problem occurred.

17/01/2012

IMETRO = Aprovar a revisão do Regulamento Técnico da Qualidade - RTQ para o Nível de Eficiência Energética de Edificações Residenciais.


- Portaria Complementar do RTQ-C: 

- Revisão do RTQ-R:




Atenciosamente,

-- 
Arq. Veridiana Atanasio Scalco, Dra Eng.
Pesquisadora
LabEEE - Laboratório de Eficiência Energética em Edificações


14/01/2012

LEGIONELLA - Falsa Segurança

Um dos maiores riscos da Legionella é a falsa segurança que algumas pessoas possam ter. Muitas empresas, aqui falamos das que realizam análise da água (sistemas de resfriamento, água potável, água quente, etc...), acreditam que estão fazendo o que se deve, pois se o resultado é negativo todos ficam com a impressão que estão seguros. Este é a falsa segurança. Não basta sair fazendo análise da Legionella para saber o quanto os sistemas estão ou não provocando risco a saude das pessoas.
Quando coletamos uma amostra de água para análise, o resultado vai ficar pronto entre 14 e 20 dias. Este tempo já foi suficiente para muitas pessoas ficarem doentes ou não. O que quero dizer é que a análise é parte de um processo e não o processo.
Fico muito preocupado com locais que dizem: " Fiz a análise e deu negativo, não corro risco". Puro engano, não será com resultado negativo ou positivo que teremos a resposta.
Em muitos paises, a análise da legionella é parte de um processo e não o ponto central do tema.
Muito cuidado com afirmações que se análise é negativa estou livre de problemas, do mesmo modo, tenho resultado positivo tenho um problema.
Nos casos conhecidos de surtos de legionellose, as análises foram feitas após o ocorrido, com o objetivo de se descobrir a origem da contaminação.
Todo sistema com água é dinamico, você coleta amostra as 14 horas de um dia e obtem um resultado. Se no mesmo sistema, realizamos nova coleta 3 dias depois, tudo pode estar diferente.
Além disto, afirmo que mais de 90 % dos laboratórios no Brasil que dizem fazer a análise da Legionella, não estão capacitados. Esta análise é difícil e requer muita capacitação de quem coleta a amostra e de quem realiza a análise.
Laboratório que coleta amostra de qualquer jeito, não sabem nem o que é Legionella estão realizando análises e comprometendo a saude de muitas pessoas.
Você que é responsável em sua empresa pela área de segurança e saude ou gestor de facilites tenha cuidado em quem confiar. Preços baixos de uma análise de Legionella, pode desconfiar, pois o custo não é baixo.
Fica aqui um alerta, pois já li alguns documentos importantes que indicam fazer análise da Legionella a cada mês ou trimestre ou semestre que está tudo bem. Grande equívoco. Análise é importante como parte do processo de uma Avaliação de Risco (Risk Assessment) por um profissional capacitado.
Laboratórios não devem fazer comentários ou dar sugestões sobre o que fazer com os resultados obtidos, isso para mim é um crime.
Quando vc faz um exame de sangue em um laboratório clínico, o mesmo não fica dando opinião e solução para o seu caso. Quem interpreta é seu médico.
Pense bem sobre o tema LEGIONELLA, ela pode ocasionar problemas e vc pode ser responsabilizado.
Qualquer dúvida estamos a disposição.

13/01/2012

Hospital Fountain Linked to Disease Outbreak in Wisconsin - Legionella

By MAGGY PATRICK
Jan. 11, 2011 CBS NEWS
 
An outbreak of Legionnaires' disease in Wisconsin has been linked to a decorative fountain found in a hospital lobby, according to a new study released Tuesday online in Infection Control and Hospital Epidemiology.Eight people were tested after exhibiting symptoms of the Legionnaires' disease, which include fever, chills, headaches and coughing. All had contracted a severe form of pneumonia caused by the Legionella bacterium and tested positive for the disease, which is transmitted by inhaling contaminated water.
Interestingly enough, none of the new patients were admitted to the hospital at the time they were exposed, leading experts to question the one common source of water: the lobby fountain.
"Legionella is very tolerant of higher water temperatures, it loves water," said Dr. Christopher Ohl, professor of infectious diseases at Wakeforest Baptist Medical Center. "It could happen anywhere, in a hotel, in an office building...really any water fountain has a potential of having this happen."
Three of the patients who contracted the disease were visiting the hospital as outpatients, while three others were simply picking up medication. The remaining two patients were either delivering materials to the facility or waiting in the lobby during a relative's appointment. Six out of the eight patients remembered passing directly through the lobby and past the fountain.
According to Ohl, Legionella typically effects people whose immune systems are compromised. All of the patients who tested positive for the disease reported underlying medical conditions such as diabetes, rheumatoid arthritis or alcoholism that would have left them vulnerable to illness.
While Legionella has been reported in other places involving water, Ohl says Americans should not be afraid of walking past decorative fountains in general. In fact, Legionella is the bacteria that has typically been found in such outbreaks.
"I don't think people should be afraid of this," he said. "It could just as easily been the water system in your own home, from a shower at the YMCA...it's really impossible to reduce your risk."
He does, however, think hospitals should reconsider including them in their floor plans because there are too many people there with compromised immune systems.
"It's probably prudent to not have these types of fountains or water art," he said. "We as a public have to accept the risk of having pleasing things in public places."

10/01/2012

Portaria 2914 - Ministério da Saúde - Água Potável e para Consumo Humano

Volto a escrever sobre o tema, isso é bem importante para que todos saibam das nova Portaria. Muitos utilizam poços, sistemas alternativos de tratamento de água e por este motivo devem estudar esta Portaria com bastante critério.




Legionnaires' Disease Outbreak Linked to Hospital's Decorative Fountain - Fontes Decorativas Legionella

Outbreak of Legionnaires’ disease in Wisconsin has been linked to a decorative fountain in a hospital lobby, according to a study published in the February issue of Infection Control and Hospital Epidemiology.
When the outbreak of Legionnaires’ disease was detected among eight people in southeast Wisconsin, state and local public health officials worked closely with hospital staff to launch an investigation to determine the source of the outbreak. Legionnaires’ disease is a severe and potentially life-threatening form of pneumonia caused by the bacteria Legionella and is spread through inhalation contact with contaminated water sources.
Through detailed interviews with patients, officials identified one hospital as the site of the contamination. Subsequent environmental testing within the hospital detected notable amounts of Legionella in samples collected from the “water wall” decorative fountain located in the hospital’s main lobby.
The investigation revealed that all eight patients had spent time in the main lobby where the fountain is located. This, along with the proximity of each patient’s onset of illness and the degree of Legionella contamination in the fountain strongly support the conclusion that the decorative fountain was the source of the outbreak. Hospital officials quickly shut down the fountain when it was first suspected as a source, and notified staff and approximately 4,000 potentially exposed patients and visitors. Prior to the investigation, the decorative fountain underwent routine cleaning and maintenance.
All eight patients in the Wisconsin outbreak recovered from the disease, and no cases occurred following the shutdown of the fountain.
The outbreak is notable since none of the patients with Legionnaires’ disease was an inpatient at the hospital when exposed. And some patients reported only incidental exposure to the fountain, such as delivering a package or visiting the hospital pharmacy.
At the time of the outbreak there was no published information on the effectiveness of fountain disinfection and maintenance procedures to reduce the risks of Legionella contamination.
“Since our investigation, the Wisconsin Division of Public Health has developed interim guidelines advising healthcare facilities with decorative fountains to establish strict maintenance procedures and conduct periodic bacteriologic monitoring for Legionella,” says Thomas E. Haupt, MS, an epidemiologist with the Wisconsin Division of Public Health and the study’s lead author. “The guidelines stress that until additional data are available that demonstrate effective maintenance procedures for eliminating the risk of Legionella transmission from indoor decorative water fountains in healthcare settings, water fountains of any type should be considered at risk of becoming contaminated with Legionella bacteria.”
Since this investigation, many healthcare facilities in Wisconsin shut down or removed decorative fountains in their facilities, while others enhanced their regular testing protocols to reduce the risk of Legionnaires’ disease, the researchers report. Healthcare facility construction guidelines published after this outbreak stipulate that, “fountains and other open decorative water features may represent a reservoir for opportunistic human pathogens; thus they are not recommended for installation within any enclosed spaces in healthcare facilities.”

Isso ocorreu em um hospital, numa fonte decorativa pequena, o problema maior é a localização, em um HOSPITAL, ou seja que projetou não sabia absolutamente nada sobre a Legionella.
Lembro que no Brasil, existem algumas fontes decorativas em Parques Públicos, usando água sabe lé de onde. Fica aqui a pergunta:
Será que alguém parou para pensar ? Será que alguém vai fazer algo ?

09/01/2012

Palestra sobre a bactéria Legionella

Se você, tem interesse sobre o tema, entre em contato pelo e mail marcos@setri.com.br

Nova portaria sobre água Potável - 2914

Recomendo a todos a tomarem conhecimento desta nova portaria, muita coisa nova e interessante sobre o tema. Os laboratórios devem prestar muita atenção, os responsáveis por tratamento alternativos, verifiquem muito bem as novas regras.
A portaria 518 está deixando de existir e por este motivo mudanças devem ocorrer em muitos locais.

GBCB - Setembro 2012

http://www.expogbcbrasil.org.br/Home/?utm_source=eCentry&utm_medium=email+marketing&utm_content=http%3A%2F%2Fwww.expogbcbrasil.org.br%2FHome%2F&utm_campaign=GBC+-+Expositor+2