30 de set de 2014

Detectada bactéria legionella na rede de abastecimento de água em Almodôvar - Portugal

Câmara divulgou lista de cuidados que a população deve ter.
A bactéria legionella, que é conhecida por provocar a doença do legionário, foi localizada num reservatório de distribuição de água do concelho de Almodôvar. E não se sabe desde quando lá está.
Na sequência de uma análise específica, efectuada pela empresa Águas Públicas do Alentejo (APdA), entidade responsável pelo abastecimento de água em alta, ao concelho de Almodôvar, foi confirmada a “presença de uma bactéria no reservatório da distribuição”, referiu ao PÚBLICO António Bota, presidente da câmara de Almodôvar.
Os pormenores desta situação anómala chegaram ao conhecimento da autarquia no final da tarde da passada sexta-feira e, “no mesmo dia”, a população do concelho foi informada através de edital que tinha sido detectada a “Legionella spp, a estirpe menos perigosa da bactéria”. O risco a que está exposta a população “não é considerado grave pela Administração Regional de Saúde” garante o autarca.João Silva Costa administrador executivo da AgdA explicou ao PÚBLICO que as análises realizadas “não fazem parte” do plano de monitorização obrigatório imposto pela Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos, mas sim de uma campanha de despiste levada a cabo pela empresa. Mesmo assim, os responsáveis autárquicos realizaram na tarde de segunda-feira uma reunião pública, com a presença de um responsável da APdA e da Autoridade Regional de Saúde, para indicar à população as medidas recomendadas para sua auto-protecção, quais os sintomas associados à contaminação, as formas de propagação/exterminação da bactéria e quais as medidas correctivas já em curso.  
As pessoas presentes na sessão de esclarecimento foram informadas dos riscos associados à inalação de partículas de água durante o banho com chuveiro, rega por aspersão, lavagem de automóveis, etc.O município esclareceu as pessoas presentes que seria necessário proceder “semanalmente” à purga de toda a rede da residência e equipamentos, por exemplo (termoacumuladores, esquentadores, etc) com a abertura de todas as válvulas e torneiras, “pelo período de 10 minutos”, para garantir a circulação da água e evitar a sua estagnação.Os munícipes vão ter de “rejeitar” a primeira água dos chuveiros, por um período “não inferior a dois minutos”, sempre que haja utilização e, mensalmente, terão de tratar os chuveiros em solução clorada “por um período não inferior a 24 horas”, advertiu o município em edital.Entretanto a APdA já está a executar trabalhos de higienização e desinfecção dos reservatórios do Sistema de Abastecimento de Água de Almodôvar, que terminaram ontem, concluindo que a água “está a cumprir, a 100%, os critérios de qualidade das normas nacionais e europeias. A AgdA acrescenta que “vai manter os níveis de desinfectante mais elevados” até que a monitorização que está a ser efectuada indique que a contaminação está debelada. O Bloco de Esquerda (BE) acusa o executivo camarário “de leviandade” no tratamento da questão relacionada com a presença da bactéria e das suas implicações na segurança dos cidadãos, exigindo que seja explicado às pessoas quais os sintomas que a legionella provoca e quais as consequências na saúde individual. 
Ficou também por esclarecer, “desde quando a bactéria se encontra na rede pública”.O teor do edital “remete para os utilizadores um conjunto de acções (rejeições de água) a tomar para evitar o contágio” e sem esclarecer se as medidas estão a ser tomadas por parte dos serviços camarários.António Bota esclareceu que o valor de água a pagar pelo excesso na utilização “não será significativo”. No entanto, admite que esta possa ser uma situação a avaliar se vier a ser colocada pelos munícipes.Também não há informação alguma “sobre quem tomará a seu cargo os custos da utilização conforme preconizada nos procedimentos descritos”, adiantou ao PÚBLICO Filipe Santos, dirigente local do Bloco, frisando que os esclarecimentos sobre as consequências da presença da bactéria na rede pública de abastecimento “não chegaram a todos os munícipes”.
O município esclarece que reservatórios de água que servem a vila de Almodôvar “estão sob gestão e são da responsabilidade das APdA”, mas que compete à autarquia “a obrigação de garantir um serviço de qualidade à população”.

Detectada estirpe da bactéria 'legionella' na água da rede pública de Almodôvar


Num comunicado enviado à agência Lusa, a Câmara de Almodôvar explica que a bactéria "legionella spp" foi detetada nos reservatórios da rede na passada sexta-feira, às 16:00, após uma "análise específica, não obrigatória, à qualidade da água", efetuada pela empresa Águas Públicas do Alentejo (AgdA).

Legionella spp detetada na rede pública de água de Almodôvar

Um Grupo de Utentes denunciou a existência de uma bactéria no reservatório de água de Almodôvar e o presidente da Câmara confirmou a existência de legionella, mas a menos ofensiva para a saúde.


Constantino Piçarra deu voz ao protesto do Grupo de Utentes, dizendo faltar informação precisa sobre o tipo de bactéria detectada, sobre a data em que foi descoberta e sobre as acções que o Município estaria a desenvolver, junto das Águas Públicas do Alentejo, para resolver o assunto. Constantino Piçarra adiantou que a Câmara pediu que os utentes deixassem, antes de utilizar a água da rede pública, a mesma a correr durante 10 minutos, facto que levou o Grupo que representa a exigir o não pagamento do excesso de utilização.
A Voz da Planície contactou o presidente da Câmara de Almodôvar e António Bota disse rejeitar qualquer acusação de não estar a proceder da melhor forma, que forçou as Águas do Alentejo a esvaziar o reservatório de água e que o que importa verdadeiramente é assegurar a saúde dos cidadãos, em vez de se fazer aproveitamento político de uma situação como esta.
António Bota explicou ainda, que a bactéria, a legionella, mas a menos ofensiva para a saúde, foi detectada na passada sexta-feira e que por uma questão de honestidade, a autarquia decidiu fazer um comunicado à população, divulgando as cautelas a ter numa situação como esta.
O presidente da Câmara de Almodôvar revelou, igualmente, que foi realizada no dia de ontem, uma reunião nas instalações da autarquia, para esclarecer a população e que as Águas do Alentejo garantiram que a questão ficaria resolvida no dia de hoje. Frisou, igualmente, que o valor de água a pagar pelo excesso na utilização não será significativo e que essa será uma situação a verificar, no caso da mesma vir a ser colocada pelos utentes.
O Bloco de Esquerda pediu, entretanto, em comunicado, esclarecimentos urgentes sobre este assunto e que sejam realizados os procedimentos necessários, no sentido de impedir a propagação da bactéria em causa.
http://www.vozdaplanicie.pt/index.php?go=noticias&id=3980

28 de set de 2014

VA Patient Tests Positive For Legionella - Pittsburgh




PITTSBURGH (KDKA) – A VA Hospital patient tested positive for Legionella.
Officials say the patient had pneumonia and visited the University Drive emergency room Friday.
Following protocol, physicians tested the patient for Legionella and found it positive. Officials say the patient had been treated at that facility within the past two weeks.
The water at the VA hospitals are tested and officials say the Legionella tests have come back negative, but they will continue to run more tests.
At least 22 people were sickened — six of whom died — after a Legionella outbreak at the Pittsburgh VA.
In June, the head of the VA Terry Gerigk Wolf was placed on leave pending “the completion of administrative actions related to the legionella outbreak.”

Legionella bacteria found in water at Penn Hospital

Bacteria that can lead to Legionnaires disease has been found in water at Penn Hospital.
he Black Country Partnership NHS Trust foundation has confirmed Legionella bacteria had been detected at the hospital, on Penn Road, during routine water testing.
Access to some sinks, showers and toilets has been blocked as a precautionary measure and temporary toilets have been installed for patients to use.
Specialist filters have also been fitted on some showers so patients can continue to shower and where necessary bottled drinking water has been provided.

Sheila Lloyd, executive director of nursing and director for infection prevention and control, said: "We are taking these results very seriously and are carrying out the maximum precautionary measures to mitigate any risks to patients and staff.
"We have been liaising with external infection control partners including Public Health England who have confirmed the risk to both patients and staff is low.
"Medical staff are being vigilant about symptoms of Legionella associated illness in our client group, particularly more vulnerable patients.
"Staff have been fully informed and provided with information about Legionella and the symptoms of diseases associated with the bacteria.
"To date there have been no confirmed results of any illness resulting from this situation and we will continue our programme of work until the results are clear.”
The Trust has started an immediate programme of remedial work to remove any associated risks including turning off the water supply to affected sinks, showers and toilets, as well as disinfection and regular flushing.

26 de set de 2014

The New York Times - News


In the era of meta media coverage, it wasn’t surprising when problems this week with the filtered water system at The Times’s Manhattan headquarters — problems linked to three employees’ brief illnesses — earned the notice of news sites like Gawker andDaily Intelligencer.
“Stay safe, Timespeople,” Gawker said.
Thanks, Gawker, but we’re a pretty tough bunch. We survived anthrax scares in 2001 and 2008, and enough building climbers to qualify us for a cameo role in “Beginning of the End.”
Photo
Rooftop ventilating equipment at The Times's former headquarters, 229 West 43rd Street, shown in 2007. The source of the Legionnaires' disease outbreak in 1985 was not pinpointed.Credit David W. Dunlap/The New York Times
But in 1985, The Times faced a truly alarming threat to its collective health: 29 cases of an acute respiratory illness something like pneumonia, most in the last two weeks of June. The company turned for help to the New York City Department of Health.
City epidemiologists surveyed the building, then at 229 West 43rd Street, interviewed stricken employees and, most importantly, analyzed blood samples. At the end of July, Dr. David J. Sencer, the city health commissioner, delivered the sobering news that “6 of 14 blood tests have shown evidence of past infection with Legionella pneumophila.”
The Times, in other words, had come down with Legionnaires’ disease.
Photo
Dr. David J. Sencer, the New York City health commissioner, said on July 29, 1985, that six blood tests of Times employees indicated Legionnaires' disease.Credit
The good news was that all the affected employees had recovered by then, and no new cases had been reported since early July. “The illness is caused by a bacteria found in standing water or soil,” the company’s medical director, Dr. Howard R. Brown, told the staff in a memo. “The bacteria in some way gets into a ventilation system.” The Times changed all of its fan-room filters.
Across the bottom of Dr. Sencer’s letter, on official stationery, was the repeated message, “Save water, Save water, Save water.”
And that’s just what we’ve been doing this week.
http://www.nytimes.com/times-insider/2014/09/25/1985-an-illness-at-the-times/?_php=true&_type=blogs&_r=0

Eighth death from Legionnaire's disease in Spain - Caso é grave na Espanha


Barcelona (Spain) (AFP) - An eighth person has died from the lung infection Legionnaire's disease in northeastern Spain, where two separate outbreaks have struck this month, officials said Thursday.
The latest death took place in the town of Sabadell, where another four people have died from an outbreak detected on September 5, the Catalonia regional health department said in a statement.
The department reported earlier this week that three people had also died from the disease in Ripollet, about 10 kilometres (six miles) from Sabadell, also in the Catalonia region.
The proximity of the two towns raised suspicions that the cases of Legionnaire's were linked but this possibility has since been ruled out, a health department official told AFP.
Fourteen people between the ages of 50 and 92 remain in hospital in Sabadell with the disease.
The disease is not contagious and cannot be spread directly from person to person but can multiply in water and air conditioning systems.
It is usually caught by breathing in small droplets of contaminated water.
There have been no new infections diagnosed in Sabadell since September 18 and none in Ripollet since September 16.
But Catalan health officials said they could not rule out more new cases since Legionnaires' disease can develop up to 10 days after exposure to the legionella bacteria.
Large buildings such as hotels, hospitals, museums and office blocks are more vulnerable to legionella contamination because they have larger, more complex water supply systems in which the bacteria can quickly spread.

25 de set de 2014

SANITATION SAFETY PLANS - PLANO SEGURANÇA de SANEAMENTO

A SETRI já está se preparando para a nova fase do Plano de Segurança da Água. A Organização Mundial da Saúde já está implementando em 7 paises o Sanitation Safety Plans (Plano de Segurança de Saneamento).
Estamos em fase de consolidação de absorção do processo, para num futuro bem próximo sermos novamente pioneiros nesta área.
A SETRI não medirá esforços para minimizar as doenças provocadas pela água e ao mesmo tempo trazer processos da OMS para auxiliar no uso correto da água de reuso.
Da mesma forma que o Plano de Segurança da Água já está sendo consolidado em vários paises (Brasil está na Portaria 2914), este novo e ainda em fase final de avaliação será uma revolução no ciclo completo da água.



Portugal foi pioneira no Plano de Segurança da Água, agora segue os caminhos do pionerismo do Plano de Segurança de Saneamento.

Novo caso de Legionella = Legionnaires' Disease Detected in Hoke County


HOKE COUNTY -- Three residents at Autumn Care of Raeford have tested positive for the Legionella bacteria. The first case was reported, and as a precaution, all other residents were tested. Two others also tested positive.
"To see, check with the patients who had been diagnosed with pneumonia in the past six months, and from that it was determined that there were two other cases of Legionella based on that,” said Cindy Morton, RN, nursing supervisor, Hoke County Health Department.
The Autumn Care facility has not been definitely identified as the source for the bacteria. Legionella bacteria is commonly found in the environment, usually in water.
"The organism grows in a water-based environment, our aeration systems, our air condition systems, the palming system. It will grow on puddles of water on the roadside, so wherever there is a water type environment, where the water is kind of just sitting, it will grow,” said Karen L. Smith, MD, family physician.
Symptoms of the disease can be deceiving, almost identical to flu-like symptoms, but even more severe. Doctors say Legionella is most likely found in the early fall and late summer months, unlike the flu which most commonly occurs in the winter months.
"It's typical high fever, cough, congestion, but the person feels extremely weak, and when they are evaluated or examined by the physician, we may also hear activity in the lungs, and we confirm that with a chest X-ray,” said Smith.
Autumn Care has taken precautions related to the facility's water, using bottle water for drinking, brushing teeth and shaving. Special filters are being placed on showers and faucets throughout the building to remove the Legionella bacteria.
- See more at: http://charlotte.twcnews.com/content/news/sandhills/712204/legionnaires--disease-detected-in-hoke-county/#sthash.K6VEenWs.dpuf

24 de set de 2014

PLANO DE SEGURANÇA DA ÁGUA - LISBOA - IWA - SETRI

A SETRI apresentou sua experiência em PSA para Edificações e Indústria, para o grupo Internacional do forun Water Safety Plan do IWA.
O tema foi muito bem recebido, visto que os especialistas de vários paises da Europa são focados na área de saneamento.


Three more dead from Legionnaire's disease in Spain

Three more people have died from Legionnaire's disease in Catalonia in northeastern Spain, officials said Tuesday, bringing to seven the death toll from the lung infection in the region in just over a week.
The three deaths took place in Ripollet, a town near Barcelona, Catalonia's health department said.
Two other people in the town have been diagnosed with the disease, including one who is in hospital.
Another four people have died from an outbreak of Legionnaire's in Sabadell, seven kilometres (six miles) from Ripollet, that was detected on September 5.
Catalan health authorities reported the first two deaths from the disease on September 16 and two other deaths two days later.
All four victims of the disease in Sabadell were elderly or suffering from underlying conditions.
Health officials said they did not know if the cases of Legionnaire's in the two cities were linked or due to two separate outbreaks of the disease.
Legionnaire's disease is a  caused by the legionella bacteria. It is not contagious and cannot be spread directly from person to person but can multiply in water and air conditioning systems.
The disease is usually caught by breathing in small droplets of contaminated water.
Large buildings, such as hotels, hospitals, museums and office blocks, are more vulnerable to legionella contamination because they have larger, more complex water supply systems in which the bacteria can quickly spread.

23 de set de 2014

PLANO DE SEGURANÇA DA ÁGUA - WATER SAFETY PLAN - SETRI



Um sistema de água segura (seja ele de água potável, de resfriamento, de incêndio, de efluente, de vapor, etc) é aquele em que a gestão e a operação de sua qualidade não apenas conhece seus perigos e vulnerabilidades, mas a capacidade de agir e corrigir desvios em tempo hábil de não haver consumo de água sem segurança.








água é essencial para a manutenção da vida no planeta e dessa forma é essencial para nós. Mas mais que isso, além de ser necessária para as nossas funções vitais, ela é também necessária para os mais diversos usos e consumos, ingestão, higiene pessoal e higiene dos ambientes (para o consumo humano) mas também é essencial para processos e atividades como transferência de calor, força motriz, irrigação, processamento de alimentos, recreação, entre inúmeros outros.

Contudo, a água também pode representar riscos ao ser humano nas diferentes formas em que ele tem contato com a água, seja pelaingestãoaspiração ou contato. São riscos que são independentes dos usos da água que podem ser tanto biológicosquímicos oufísicos. Tradicionalmente o risco da água sempre foi pensado apenas para os riscos pela ingestão dos sistemas de água potável, porém os riscos à saúde humana pode estar nos mais diferentes sistemas, como por exemplo sistemas de resfriamento que podem possuir alto risco de contaminação por aspiração de gotículas de água contaminadas pela Legionella.

Atualmente, com os modernos conceitos de sustentabilidade, o aumento do reuso de água, o uso indiscriminado de fontes, assim como também a frequente constatação da deterioração geral dos mananciais da água e por outro lado, o aumento da complexidade das instalações de água e usos que exigem cada vez um rigor maior em sua qualidade, os problemas de gestão e operação da água e da sua qualidade passou a ser um problema também para edificações (hospital, shopping center, hotel, condomínio empresarial, data center, indústria, etc), o que antes era uma preocupação de empresas de saneamento ou de grandes indústrias.

Dessa forma, surgiu recentemente no interior da Organização Mundial da Saúde o conceito de Plano de Segurança da Água (PSA) ouWater Safety Plan (WSP). Com a nova complexidade da gestão da água, a verificação passiva dos padrões de potabilidade já não são mais suficientes para um bom gerenciamento da sua qualidade e da sua segurança. Laudos laboratoriais são custosos, pontuais e quando os resultados são emitidos a água já foi consumida e utilizada muitos dias antes.

O Brasil já está inserido nesse processo faz alguns anos culminando com a Portaria do Ministério da Saúde 2914 de 2011 que menciona a obrigatoriedade de se realizar Planos de Segurança da Água no inciso IV do seu artigo 13 em que compete ao responsável por sistema ou solução alternativa de abastecimento de água:
IV – manter avaliação sistemática do sistema ou solução alternativa coletiva de abastecimento de água, sob a perspectiva dos riscos à saúde, com base nos seguintes critérios:
a) ocupação da bacia contribuinte ao manancial;
b) histórico das características das águas;
c) características físicas do sistema;
d) práticas operacionais;
e) na qualidade da água distribuída, conforme os princípios dos Planos de Segurança da Água (PSA) recomendados pela Organização Mundial de Saúde (OMS) ou definidos em diretrizes vigentes no País;.
SETRI auxilia seus CLIENTES na elaboração de um Plano de Segurança da Água para Edificações não apenas para atender à legislação mas também, e mais importante, ter um conhecimento das vulnerabilidades e perigos que o seu sistema apresenta.

Visão Geral do Plano de Segurança da Água (PSA):
Todos os sistemas de água da edificação são avaliados em seus aspectos e unidades internas (fonte de água, desinfecção, distribuição e pontos de consumo) e os perigos são mapeados em três categorias (risco físico à saúde, risco químico à saúde e risco biológico à saúde) e em quatro aspectos (ingestão, inalação, contato e desabastecimento). Por fim, é sugerido um plano de melhorias para que seus colaboradores, clientes, visitantes e a comunidade em seu entorno tenham um ambiente mais seguro em razão dos riscos associados à água.

Nossa avaliação de risco utiliza-se do método HACPP (método de controle de riscos largamente utilizado nas indústrias alimentícias) e baseia-se nas mais importante e reconhecidas normas técnicas aceitas mundialmente para gerenciamento dos risco associados à água como a Organização Mundial de Saúde (OMS/ONU), o Ministério da Saúde e a ASHRAE 188P (norma para o controle da Legionella da associação técnica internacional referente a sistemas de climatização e refrigeração)

Também oferecemos como forma complementar ao Plano de Segurança um Plano de Gerenciamento da Água, seja potável ou industrial. Por meio de uma equipe qualificada podemos oferecer aos nossos CLIENTES soluções e ferramentas para a gestão da água em diferentes níveis: como qualidade, treinamento dos colaboradores envolvidos, requisitos técnicos para tratamento e para equipamentos por meio de diagnósticos compreensivos, auditorias em fornecedores, de produtos e em serviços além de consultoria técnica e estratégias de retorno sobre investimento (ROI).

21 de set de 2014

Congresso IWA - Lisboa

A SETRI com o objetivo de cada vez mais estar atualizada com os processos de segurança da água, está participando do Congresso do IWA.
Apresentamos o nosso livro LEGIONELLA NA VISÃO DE ESPECIALISTAS, a versão original e a mais recente versão em inglês. O impacto sobre os presentes foi altamente positivo, colocando mais uma vez o livro em destaque e passa a ser cada vez mais uma referência internacional.
Também estamos tendo a oportunidade de conhecer os maiores especialistas do mercado mundial no que se refere a água.
Nossa grande satisfação foi ver que o tema PLANO DE SEGURANÇA DA ÁGUA está cada vez mais em evidência e nossa luta por firmar este conceito no Brasil vale a pena.




Durante o congresso, a água distribuida para todos os participantes é a água da empresa de saneamento de Lisboa, ou seja, estamos tomando a água da torneira. O tema foi destaque no primeiro dia do Congresso, pois é a primeira vez que este fato ocorre. O presidente da Empresa, destacou o trabalho em manter a qualidade da água, mantendo o processo com o menor risco possível. Lembrando que a empresa EPAL utiliza o PLANO DE SEGURANÇA DA ÁGUA.



O livro LEGIONELLA NA VISÃO DE ESPECIALISTAS sendo divulgado durante o Congresso


Nossa grande amiga Raquel Rodrigues Esaguy, de Portugal, uma das autoras do livro. Escreveu o capítulo sobre a Legionella em Portugal (capítulo 19).

http://legionellaespecialistas.com.br/english/en-authors/raquel-rodrigues-lopes-da-silva-esaguy/


A presença foi muito grande na abertura oficial do Congresso.


Para mim, este momento era muito esperado, ou seja, a mais de 6 anos que buscava encontrar pessoalmente o Prof. Dr. José M. P. Vieira. Um dos maiores especialista do mundo em PLANO DE SEGURANÇA DA ÁGUA. Foi ele o mentor do tema na Portaria 2914.
Foi muito emocionante poder estar com o Prof. Vieira e ainda terei toda semana a oportunidade de aprender mais e ficar ainda mais certo do tema que abraçei de coração. Minimizar os riscos da água para que as pessoas possam viver melhor.

19 de set de 2014

Services & Maintenance: For Safety’s Sake - (HACCP para águas em edificações - Plano de Segurança da Água)

A SETRI vem trabalhando a mais de 5 anos no tema do Plano de Segurança da Água no Brasil, estamos levando o conceito do HACCP em todas nossas apresentações, reuniões e congressos.
O artigo que acaba de ser publicado pela Today´s Facility Manager demonstra que a SETRI vem lutando por uma causa correta.
Não podemos deixar de lembrar que o PSA no Brasil faz parte da Portaria 2914.
By William F. McCoy, Ph.D. and John H. Tillotson, M.Sc. Eng.
From the September 2014 issue of Today’s Facility Manager
In order to achieve success in building water management, facility managers (fms) need to be smart about their water systems. Many fms assume that the water in their buildings is safe. But that assumption is often dead wrong. Disease-causing microorganisms in water systems harm hundreds of thousands of people each year in the United States. Those harmed include of course dependent family members and employers of those who have been injured by dangerous microorganisms in building water systems. Increasingly, people who have been harmed, or their loved-ones, are bringing lawsuits. 
Every case of disease or injury from dangerous microorganisms in building water is the result of exposure to a poorly managed building water system. The problem results from the way water is processed and used in the building. Legionella, Pseudomonas, Stenotrophomonas, Acinetobacter, Elizabethkingia, Mycobacterium, Alcaligenes, and Aspergillus cause the most serious diseases associated with building water systems.
For example, every year another 4,000 people in the U.S. will die from Legionnaires’ disease caused by Legionella in building water systems1. According to Centers for Disease Control and Prevention (CDC), fewer people (about 3,000) die in the U.S. each year from food poisoning. The number of legionellosis outbreaks in the U.S. has now surpassed the number of waterborne outbreaks of gastrointestinal disease2. Hospitalization costs exceed $34,000 per case in the U.S., and the annual direct healthcare cost of legionellosis is hundreds of million dollars3.
But the indirect cost in the U.S. is far greater. For every direct healthcare dollar spent, about $12 of indirect cost is incurred due to lost productivity, absenteeism, and disability. Therefore, the annual cost of the many thousands of legionellosis cases associated with building water systems is in the billions of dollars. 
But Legionella is just one of the microbial hazards transmitted to people from building water systems; there may be at least as many disease cases of pneumonia caused byPseudomonas, for example.

Best Practices

Many fms, facility engineers, infection prevention personnel, epidemiologists, insurance professionals, and other facility stakeholders are increasing their focus on how to ensure water safety. The great news is that best practices for building water systems have proven that it is possible to both solve the above described water safety issues while also reducing operational costs in a given facility or portfolio of facilities.
Potable water process diagram.
Diagram: Phigenics.
Best practices for what must be done to prevent disease and injury from building water systems have been given by WHO4, CDC, NSF International5 and is already in practice by hundreds of facility management teams such as at the Mayo Clinic6.
Best practices are scientific and time tested principles of hazard analysis and control applied to building water system management. Use of this risk management system provides a means for fms to make defensible decisions about what must be done to operate their building water systems safely. 
With origins in food safety the HACCP (Hazard Analysis Critical Control Point) process was conceived in the 1960s when NASA requested Pillsbury design and manufacture the first foods for space flights. Credit: Phigenics.
With origins in food safety the HACCP (Hazard Analysis Critical Control Point) process was conceived in the 1960s when NASA requested Pillsbury design and manufacture the first foods for space flights. (Credit: Phigenics.)

HACCP: Creating A Process

Water management programs based on HACCP (Hazard Analysis Critical Control Point) principles are established by first empowering a water management team at the facility. The team then systematically describes the way water is processed and used in the building. From this, an analysis of hazardous conditions in the building water system can be documented. Without this systematic analysis of hazardous conditions, defensible hazard control cannot be applied cost-effectively.
Finally, independent tests to prove that hazard control has been effective (validation) and independent confirmation that the program has been implemented (verification) must be documented. It is through this process that fms determine the state of their building water systems and then make science based, cost-effective decisions about how best to ensure defensibly that the entire building water system is safe.
The key word here is “defensibility.” In today’s world, it is essential that fms’ decisions and actions can stand up to scrutiny from every quarter. Implementing a water management program based on sound scientific principles is a systematic process to make decisions; it is the best defense if there is ever an accusation of negligence about the management of a building water system. 

The Disinfection Factor

In many cases, facility teams are discovering that their building water systems are not adequately disinfected. In some cases building water systems have become contaminated with biofilms, protozoa, Legionella, and other pathogenic bacteria. In such cases, chlorine in the water supply is consumed before it can reach all parts of the building water system. Supplemental disinfection may then be necessary.
McCoy.
McCoy is chief technology officer and co-founder of Phigenics, a water management company that provides independent expert guidance to facilities to ensure water systems are safe, protect capital assets, and reduce operational expense.
Supplemental (secondary) disinfection of drinking water is regulated in the U.S. in accordance with the Safe Drinking Water Act. Therefore, fms must be aware of regulatory requirements if treatment of drinking water is undertaken. 
Fms should also be aware that there is a great deal of commercially conflicted information about what products and services should be purchased to address the real or perceived problem of microbial hazards in building water systems. In many cases, there is no need to add supplemental disinfection on-site. If the guidance comes from a supplier of disinfection chemicals, fms should beware of commercially conflicted advice. One will be in a much better position to make informed, data driven decisions that lack commercial bias, if the advisor does not sell disinfection chemicals.
Second, there is a great deal of confusion about Legionella testing when facilities have not yet decided to implement a HACCP-based water management program. The best course of action is to follow best practices as defined by the NSF International course “HACCP for Building Water Systems.” These courses, conducted at locations throughout the U.S., include a certificate of completion. 
In order to be smart about water systems, fms should develop and implement a water management program based on the scientific principles of hazard analysis and control that includes independent validation and verification. This will not only ensure that water systems are safe, but it may also serve to reduce operating expenses. And that is smart water management.  
Tillotson.
Tillotson is vice president and principal at Phigenics, which is located in Naperville, IL.
Footnotes:
1 Department of Labor, Occupational Safety and Health Administration (OSHA). 1999. OSHA Technical Manual. Legionnaires’ Disease. Section III: Chapter 7. See “Incidence”;www.osha.gov/dts/osta/otm/otm_iii/otm_iii_7.html#1 
2 Centers for Disease Control and Prevention (CDC). 2008. Surveillance for waterborne disease and outbreaks associated with drinking water and water not intended for drinking—United States, 2005–2006. MMWR Surveillance Summary (Vol. 57, No. SS-9); www.cdc.gov/mmwr/preview/mmwrhtml/ss5709a4.htm
3 Centers for Disease Control and Prevention (CDC). 2010. “Waterborne Diseases Could Cost over $500 Million Annually in U.S.” www.cdc.gov/media/pressrel/2010/r100714.htm 
4 WHO (World Health Organization). 2011. Water Safety in Buildings. Published by the World Health Organization ISBN 978 92 4 154810 6;www.who.int/water_sanitation_health/publications/2011/9789241548106/en/
5 NSF International. 2014. HACCP for Building Water Systemshttp://www.nsf.org/ervices/by-industry/water-wastewater/haccp-building-water-systems/ 
6 Krageschmidt, DA, et. al. 2014. A Comprehensive Water Management Program For Multi-campus Healthcare Facilities. Inf. Control and Hosp. Epidemiology, May 2014, Vol. 35, No.5, pp. 556-563.