26 de fev de 2015

PLANO DE SEGURANÇA DA ÁGUA PARA EDIFICAÇÕES E INDÚSTRIAS - BENEFÍCIOS


BENEFÍCIOS DO PLANO DE SEGURANÇA DA ÁGUA PARA EDIFICAÇÕES E INDÚSTRIAS
• Identificar perigos e riscos pertinentes
• Atitude pró- ativa
• Minimizar os riscos à saúde da água de consumo humano, aspiração e contato
• Plano de ação e contingência
• Envolvimento da operação
• Entendimento do processo
• Proteger contra a alegação de negligência com a água
• Cumprir com a legislação em vigor
• Proporcionar maior conhecimento
• Retorno Sobre o Investimento (ROI)


GOVERNO PREPARA LEI SOBRE A LEGIONELLA


Governo prepara legislação sobre Legionella


É preciso legislação para melhor prevenir a Legionella em Portugal e está a caminho, revelou a responsável pelo laboratório de Microbiologia de Águas da Unidade de Água e Solo do Departamento de Saúde Ambiental do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, esta tarde antes do início da palestra ‘Legionella e a sua problemática’, promovida no Funchal pela ACIF – Câmara de Comércio e Indústria da Madeira e pela empresa Enkrott.
O último surto “correu bem”, foi identificada a fonte de contaminação em tempo recorde, mas mesmo assim foram contaminadas mais de 300 pessoas e 12 acabaram por morrer, recordou Cristina Pizarro. Alertar as pessoas no ramo, empresas e técnicos de tratamento de águas no sentido de prevenir foi o objectivo do encontro.
“É pela prevenção que evitamos que aconteçam situações desta natureza como aconteceram”, acredita a oradora, revelando que é muito complicado depois de a Legionella se instalar numa canalização, numa rede de distribuição de águas ou num motor de refrigeração encontrar um tratamento eficaz. O que acontece, diz, é o regresso anos mais tarde, depois de uma fase controlada de contaminação. “Não é grave que esteja lá, desde que esteja em níveis que não possam transmitir infecção às pessoas”.
Neste momento está a ser pensada uma nova legislação no sentido de prevenir e fiscalizar. A forma de fazer, como vai ser regulamentado, que tipos de águas é que serão incluídos e a periodicidade das análises é um desafio complexo. “É uma situação difícil porque existe uma gama muito grande de tipos de águas em que a obrigatoriedade, a frequência de análise tem de ser diferente e tem de ser analisado por um conjunto de valores, não vai ser fácil estabelecer limites e periodicidades”, assumiu. Este plano de vigilância vai permitir evitar situações problemáticas como a registada em Novembro em Vila Franca de Xira.
As casas não apresentam riscos. São sobretudo locais públicos, grandes edifícios, redes de distribuição muito antigas as preferidas da bactéria. A prevenção passa pelo controlo adequado e periódico. É precisamente aqui que falta legislação no sentido de estabelecer quem faz, com que peridiocidade e quais os níveis admissíveis. Neste momento o que está legislado é em relação a águas minerais naturais com fins termais, referiu a oradora. Quanto às águas de consumo humano, como a que está nas redes dos hospitais e centros de saúde, nas torres de refrigeração, há guias, não há obrigatoriedade.
Um plano de monitorização vai depender sempre do risco de contaminação, explicou. Quanto maior o risco, mais atenção é necessária. O risco depende da concentração, do número de indivíduos expostos, da susceptibilidade destes.
A sessão desta tarde vai esclarecer as várias dezenas de pessoas que encheram o auditório da Secretaria Regional do Ambiente e Recursos Naturais. Além de Cristina Pizarro foram ainda convidados como oradores Márcia Gouveia, da Enkrott Madeira, Ana Pereira da Enkrott e Ricardo Santos, do Instituto Superior Técnico.
NO BRASIL NÃO EXISTE ESTA NECESSIDADE, POIS JÁ TEMOS LEIS QUE FALAM SOBRE A RESPONSABILIDADE DAS PESSOAS QUE SÃO NEGLIGENTES COM O TEMA LEGIONELLA.
Detalhes sobre a legislação no Brasil pode ser lida no livro LEGIONELLA NA VISÃO DE ESPECIALISTAS nos capítulos 22 e 23.


25 de fev de 2015

ARTIGO ABES SP: Plano de Segurança da Água para Edificações e Indústria: gestão de risco por ingestão, aspiração e contato


http://www.abes-sp.org.br/noticias/19-noticias-abes/6692-artigo-plano-de-seguranca-da-agua-para-edificacoes-e-industria-gestao-de-risco-por-ingestao-aspiracao-e-contato

PLANO DE SEGURANÇA DA ÁGUA PARA EDIFICAÇÕES E INDÚSTRIAS

A SETRI pioneira no tema Plano de Segurança da Água no Brasil, desenvolveu o PSA específico para as Edificações e Indústrias.
Desde 2009 trabalhamos com o PSA dedicado, onde incluimos não só a água de consumo humano, como também os problemas graves na aspiração e no contato com a água.
Aspiração com o grave problema da bactéria LEGIONELLA.
No contato, os problemas para a saúde na pele, mucosas, etc...
A SETRI é uma empresa independente, dedicada exclusivamente ao PSA.



http://www.planosegurancaagua.com/

http://www.planosegurancaagua.com.br/

www.watersafetyplan.com.br

23 de fev de 2015

Garden hose a breeding ground for Legionnaires' disease

It is synonymous with an Aussie summer but the humble backyard hose could be a bacterial breeding ground, providing the ideal conditions for the organisms that cause Legionnaires' disease to flourish, UNSW research has revealed.
Water sanitation expert Dr Jacquie Thomas, an adjunct research fellow at the School of Civil and Environmental Engineering, led an 18-month study into the growth of inside garden hoses and said she was "surprised" by the results.
Legionella bacteria cause Legionnaires' disease, a serious and sometimes fatal form of pneumonia. Infection occurs when a patient, typically elderly or with a compromised immune system, inhales water droplets containing legionella.
The organisms thrive in warm, damp environments, with outbreaks linked to spas and pools, fountains and air-conditioning cooling towers.
There have been Legionnaires cases linked to hose use in Brazil and the Netherlands, but Thomas' study is the first to examine legionella growth in an Australian context.
Published in the journal Environmental Science and Technology, the study found that legionella thrive inside garden hoses lying in the summer heat, multiplying within host cells called free-living amoebae that amplify their virulence.
Legionella hide inside the amoebae to evade water disinfection measures, and the spurs their growth under conditions Thomas describes as a "microbial soup".
"We were actually quite surprised at just how dense the populations of both the amoeba and also the legionella were within the hoses," says Thomas of the study, conducted at UNSW's Water Research Centre.
The legionella grow within microbial slime on the inside of the hose called biofilm – a "complex architecture of microorganisms" which dislodges in fragments and spurts out with the water when the tap is turned on.
Thomas' modelling showed that the potential legionella concentration within the aerosols of a hose is comparable to that seen in Legionnaires outbreaks from public spas.
The heat is key – legionella grow at between 25-42 degrees – while the amoebae switch on genes which make the bacteria "more virulent and more pathogenic" than ever, says Thomas.
Though the study only examined two hoses Thomas said it was part of a growing body of evidence suggesting "a potential source of transmission that needs to be looked at further".
The findings could also have broader implications for other bacteria, with species including mycobacterium, pseudomonas and parachlamydiae having similar growth requirements.
"At present there's definitely enough literature or evidence to warrant larger studies of garden hoses," she says.
Until then there are a few simple measures you can take to minimise your risk.
"Bacteria need water, if you hang up the garden hose to drain it will reduce the opportunity for the pathogens to regrow."
More information: "Your Garden Hose: A Potential Health Risk Due to Legionella spp. Growth Facilitated by Free-Living Amoebae." Environ. Sci. Technol., 2014, 48 (17), pp 10456–10464 DOI: 10.1021/es502652n

18 de fev de 2015

LEGIONELLA NA VISÃO DE ESPECIALISTAS

Nosso livro (publicado pela SETRI), já teve mais de 1.630 downloads na versão original e mais de 820 na versão em inglês.
Estamos orgulhosos e parabenizamos a todos os autores pelo grande sucesso.




























SETRI - PLANO DE SEGURANÇA DA ÁGUA E AVALIAÇÃO DE RISCO DA LEGIONELLA








Nossa viagem para a Suíça foi um enorme sucesso. Tivemos a oportunidade de apresentar nosso PLANO DE SEGURANÇA DA ÁGUA PARA EDIFICAÇÕES E INDÚSTRIAS  na Organização Mundial da Saúde (Genebra) e falar sobre o mesmo tema e sobre a Legionella na sede mundial da Nestlé em Vevey.

13 de fev de 2015

PROGRAMA AÇÃO NO AR - ENTREVISTA COM A SETRI SOBRE A LEGIONELLA

Nossa entrevista sobre o tema LEGIONELLA no programa Ação no Ar (12/02/2015)

http://youtu.be/xdH84DhsQKw?t=35m13s

8 de fev de 2015

Legionella detectada no hospital de Bragança

A Unidade Local de Saúde (ULS) do Nordeste divulgou hoje que foi detectada a presença de Legionella na água do hospital de Bragança e que foram "tomadas as medidas necessárias", sem registo de casos de doença.
A situação tem sido acompanhada pela Autoridade de Saúde Pública
Em comunicado, o gabinete de imprensa da entidade responsável pelas unidades de saúde do distrito de Bragança esclarece que "na sequência da monitorização periódica efectuada regularmente à qualidade química e biológica da água, foi identificada na última avaliação, a 5 de Fevereiro, na Unidade Hospitalar de Bragança, a presença de Legionella Pneumófila Serotipo 1".
Face ao resultado da análise efectuada, acrescenta, "foram tomadas de imediato todas as medidas necessárias -- e em conformidade com as orientações emanadas pela Direcção Geral da Saúde -- no sentido da erradicação daquele agente".
As medidas, segundo ainda o esclarecimento visaram "a garantia da qualidade química e biológica da água e da segurança de todos os doentes internados naquela Unidade Hospitalar".
A ULS Nordeste realça que "a par da rápida identificação e pronta actuação, a situação tem sido acompanhada pela Autoridade de Saúde Pública, em conjunto com técnicos especializados nesta matéria".
"Não foram registados casos de doença", sublinha ainda, no comunicado, acrescentando que "a situação encontra-se, de momento, regularizada, e salvaguardadas as garantias referidas".
Em 2011, três doentes foram infectados e dois acabaram por morrer vítimas da bactéria detectada numa ala do quarto piso do edifício hospitalar.
Naquela ocasião também foi detectada a presença de Legionella Pneumophila na água do hospital de Bragança, que procedeu à desinfecção através da injecção de água a alto impacto nas canalizações e com cloro e lixívia.
Lusa/SOL

3 de fev de 2015

Como os chineses estão transformando fezes em "ouro negro"

Honh Kong - Heinz-Peter Mang está obcecado por transformar dejetos humanos em ouro. À medida que milhões de chineses vão morar em cidades, o engenheiro alemão tem certeza de que o país está prestes a tirar a sorte grande.
Uma quantidade cada vez maior dos resíduos sanitários está sendo transformada em fertilizante e biogás. Em Pequim, 6.800 toneladas de excremento humano são tratadas todos os dias de acordo com algumas estimativas: o suficiente para encher quase três piscinas olímpicas.
Durante a última década, a ascensão econômica da China levou milhões de trabalhadores rurais às cidades, a maior migração da humanidade.
Em 2013, a quantidade de moradores urbanos ultrapassou 731 milhões, superando a população rural em mais de 100 milhões de pessoas. Alguns efeitos colaterais: escassez de água na região norte e resíduos sanitários vertidos em rios no sul.
A situação está obrigando os urbanistas a buscar soluções criativas para lidar com os dejetos e levando engenheiros como Mang a aperfeiçoar os modelos.
A iniciativa de transformar fezes em recursos energéticos ou fertilizantes está se espalhando pela China e Mang espera que o modelo seja copiado em outras partes do mundo.
“O mundo tem muito o que aprender com o modo em que a China aproveita os dejetos para obter energia”, disse Mang, 57, que agora trabalha com estudantes universitários em projetos de saneamento ecológico da Universidade de Ciência e Tecnologia de Pequim.
“Sem tabus em relação ao reaproveitamento da matéria fecal, trata-se da ciência para reutilizá-la de modo seguro. Como cada vez mais pessoas estão indo morar nas cidades, essa é uma oportunidade sem precedentes”.
Em todo o mundo, diversas técnicas são empregadas para lidar com os dejetos humanos: algumas cidades optam por vertê-los em rios, outras preferem incinerá-los e outras decidem enterrá-los em fossas.
Embora os excrementos humanos sejam reaproveitados há séculos, a China tem uma oportunidade única para transformá-los em energia e fertilizantes, pois as cidades do país estão ficando superlotadas.
Do campo à cidade
Nos últimos 30 anos, o país mais populoso do mundo amplificou um modelo utilizado nas fazendas. Originalmente pensado para evitar que os humanos fizessem suas necessidades no comedouro dos porcos, hoje 40 milhões de casas rurais em toda a China têm um tanque para dejetos humanos e animais, que é parcialmente saneado privando os sólidos de oxigênio.
O restante é transformado em fertilizante líquido para as explorações agrícolas.
O que está acontecendo em Pequim é uma versão industrializada e maior desse modelo, disse Mang, que mora na capital há uma década.
Na cidade, cuja população dobrou para 21 milhões de pessoas na década passada, a quantidade média de dejetos humanos processados por ano será de 200 a 300 toneladas por dia, disse Zhang Jiang, gerente-geral da Beijing Century Green Environmental Engineering Technology Ltd., que opera estações de tratamento de fezes. O tratamento de dejetos deve se tornar uma área de negócios crescente, disse Zhang.
Uma parte central do trabalho de Mang tem sido analisar como manter a higiene no processo de reaproveitamento dos dejetos, uma das principais preocupações do governo chinês desde o início.
Embora a China esteja muito à frente de outros países desenvolvidos em relação aos sistemas de coleta de águas residuais urbanas, sua taxa de tratamento não é tão avançada.
Luzes sanitárias
Novos migrantes para as cidades são um desafio para a implementação generalizada das políticas chinesas, pois muitos continuam achando que o sanitário é uma lata de lixo e jogam qualquer coisa, como pilhas e jornais, dentro do vaso sanitário.
Além disso, como os chineses costumam utilizar ingredientes frescos para cozinhar, o dejeto tende a ser mais molhado do que na Europa, disse Mang. “É muito úmido, por isso precisa de muita energia para ser incinerado, o que nos impede de copiar o modelo europeu”, diz ele rindo.
Além disso, há o desafio das oportunidades perdidas. Por isso, Mang está lutando para que haja uma melhor manutenção das lâmpadas nos banheiros públicos.
“As pessoas precisam ir ao banheiro a qualquer hora da noite — se não há luz, como elas vão saber por onde estão indo?”, disse ele, referindo-se aos excrementos que às vezes se acumulam nos banheiros públicos de manhã. “É muito dejeto desperdiçado”.

NOSSO COMENTÁRIO: NO FUTURO A FONTE DE FERTILIZANTES VIA FICAR MUITO COMPLICADA, POR ISSO A URINA TAMBÉM VAI VALER OURO AMARELO. SERÁ DELA QUE VAMOS OBTER A UREIA E SEM DÚVIDA FERTILIZANTE. JÁ EXISTEM PAISES TRABALHANDO COM ESTE PROCESSO. AGUARDEM

LEGIONELLA - Realidade e Ficção


No nosso livro a realidade sobre a Bactéria Legionella 



Uma ficção do M.A.Costa sobre a Legionella no futuro.


Windscreen water infection risk (já era notícia desde 14/06/2010) LEGIONELLA


Windscreen wiper water may be the cause of 20% of cases of Legionnaires' Disease in England and Wales, the Health Protection Agency says.
Stagnant, warm water is a breeding ground for the Legionella bacterium, which when inhaled causes pneumonia.
Yet adding screenwash kills the bacteria and could save lives, the Agency advised.
The finding came after researchers spotted that professional drivers are five times more likely to be infected.
Legionnaires' disease is fairly rare. Most cases are sporadic and a source of the infection is not found.
The number of cases vary from year to year, but in 2009 there were 345 in England and Wales - although some infections were caught overseas.
It mainly affects the over 50s and is generally more common in men.
Early symptoms feel similar to flu with muscle aches, tiredness, headaches, dry cough and fever. It is fatal in around 10-15% of patients.
Driving
To work out why people who spend a long time driving were at higher risk of infection, the research team in the south-west branch of the HPA carried out a questionnaire of people infected.
They found that those most at risk were those who drove or travelled in a van, those who drove through industrial areas, and those who spent a lot of time in the car or who often had the car window open.

Start Quote

This is a bug which lives in the environment and will take advantage of warm water systems that are not cleaned out”
Professor Hugh Pennington
In all they found that the biggest risk was associated with not adding screenwash to windscreen wiper water, the European Journal of Epidemiology reports.
In a pilot study carried out by the HPA, traces of Legionella were found in one in five cars that did not have screenwash, but in no cars that did.
Dr Isabel Oliver, regional director of the HPA South West, said more research was needed but people may want to check they have screenwash in their cars as they usually contain agents which would stop the growth of bacteria.
"It does not spread from person to person but is present in water environments and is breathed in when it gets into the air in fine particles or mist."
Professor Hugh Pennington, an expert in bacteriology, said the advice to add screenwash was very sound - especially as it would also lead to a cleaner windscreen.
"This is a bug which lives in the environment and will take advantage of warm water systems that are not cleaned out.
"Legionnaires' is rare but it kills people and it's an extremely unpleasant disease.
"If you can prevent it with something this simple then it's a no brainer really."

2 de fev de 2015

Man dies in Gibraltar after contracting Legionnaire’s disease from car screen wash (LEGIONELLA NO SISTEMA DE LIMPADOR DE PARA-BRISA)

A MAN who died from illnesses including Legionnaire’s disease contracted the bug from bacteria-ridden windscreen wash in his family car.
A postmortem determined Legionnaire’s disease contributed to the man’s deteriorating health and was a key factor in his death.
Subsequent investigations revealed that the windscreen wash in his car was not chemically safe and was riddled with bacteria which can lead to Legionnaire’s disease when inhaled.
The Environmental Agency, as well as the laboratory which analysed the man’s car, are urging people against using ‘DIY and non-commercial screen washes’.
“The public is strongly encouraged to use proper screenwash in their cars,” Dr Vijay Kumar, Director of Public Health, told the Olive Press.
egionnaire’s disease is a rare form of pneumonia caused by Legionella bacterium.
It usually affects older people, with a higher risk in smokers and those with poor immune systems.
Commercially available screen wash contains chemicals that kill the deadly bacteria.