24 de mar de 2015

FACILITY EM MOVIMENTO = PLANO DE SEGURANÇA DA ÁGUA (21/05/2015)

FACILITY EM MOVIMENTO
20 e 21 DE MAIO DE 2015
A cada ano, a atividade de Facility Management (FM) ganha maior evidência dentro das organizações empresariais, já que pode contribuir com maior lucro e alavancar competitividade, através de uma gestão que proporcione maior e melhor eficiência operacional nas instalações prediais, deixando o espaço e os conceitos de trabalho up to date com as atuais demandas de mercado.
Ao mesmo tempo sabemos que o líder de FM é multidisciplinar, pois precisa se relacionar com as áreas de finanças, compliance, jurídico, RH, corporate real estate, etc., Afinal, o mercado vem exigindo de nós, profissionais, conhecimento de diversas áreas da empresa. Ao mesmo tempo, o resultado positivo de qualquer gestão só será possível a partir de uma visão sistêmica do negócio. Se o conhecimento for limitado a uma única área, o profissional acaba por exercer apenas a parte técnica e/ou operacional e fica apartado do negócio.
E para entrar no jogo corporativo e entender o negócio, o FM precisa estar atento às mudanças quem vem ocorrendo nos modelos de trabalho. Se pensarmos como será o mundo do trabalho em 2030 saberemos que haverá mais gente para trabalhar. Mundialmente, seremos mais de 8,3 bilhões de pessoas  e, em média, cinco anos mais velha. Teremos menos recursos e uma abundância de tecnologia, onde robôs substituirão os homens em muitas atividades.
O admirável mundo novo das tecnologias gera uma sociedade mais conectada, onde muitos modelos de negócio estão sendo interrompidos. Há uma previsão de que o modelo de trabalho vai se concentrar em obter junto as melhores mentes, e que significa que o número de funcionários físicos de uma empresa pode reduzir e o seu banco de talentos poderá crescer bilhões. Hoje, já há mudanças quanto a flexibilidade de horário e descentralização do local onde se trabalha. Ou seja, horários fixos de trabalho não farão mais sentido. Tampouco o hábito de se deslocar para o escritório todos os dias. 
Enfim, tudo isso afeta a atividade diária dos profissionais de FM, que são especialistas em gerir ambientes construídos que atendem às demandas do contingente de funcionários. Eles cuidam das instalações e gestão destes espaços bem como dos contratos de multisserviços, sendo responsáveis pelo bom funcionamento da infraestrutura, na gestão de  energia, água, retrofit, reformas,  layouts, ar-condicionado, elevadores, limpeza e resíduos, manutenção, automação, certificação predial (prédios verdes), incêndio, segurança, tecnologia da informação e comunicação, documentação, alimentação, frota, viagens e uma série de serviços afins.  E, é claro, se a empresa precisa ampliar ou reduzir seu espaço de escritório ou sua planta industrial, a área de FM está sempre apoiando a decisão, pois é ela quem tem a expertise de analisar se o novo espaço estará em consonância ou não com os negócios.
Se você é um profissional da área e se identificou com esse escopo, participe do 12º. Congresso INFRA e compartilhe experiências sobre a atividade, que além de ser reconhecida mundialmente, está em movimento ascendente no Brasil há mais de 15 anos.

Léa Lobo
presidente do Comitê Organizador  dos Congressos INFRA
diretora de redação da revista INFRA, Outsourcing & Workplace
lealobo@talen.com.br




21 de maio (quinta-feira)
8h30 – Credenciamento
9h00 – PAINEL:  Energia, Água, Automação & Telemetria
Contingências com falta de água, aumento de energia e falta de integração de sistemas de automação impactam diretamente os custos de operação. Então, como fazer uma gestão diferente?
CUSTO DA ENERGIA: Para onde vamos e quais os caminhos para se obter a melhor qualidade de energia, a um custo competitivo e estável, dentro dos grandes espaços empresariais e prediais.
PLANO DE SEGURANÇA DA ÁGUA: A crise hídrica fez com que muitas ações fossem tomadas para reduzir o uso do insumo, entretanto muito poucos se preocuparam em averiguar se as ações observaram as diretrizes do novo Plano de Segurança da Água.
AUTOMAÇÃO & TELEMETRIA: Cada vez mais as tecnologias fazem parte do dia a dia das administrações prediais. Então como é gerenciar um conglomerado de unidades prediais independentes de um único ponto central?




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